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terça-feira, 15 de junho de 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Vidas em Rede


«As redes sociais virtuais representam o mundo, o bairro, o largo da igreja. Reproduzem tudo o que se passa na vida real, desde os grandes acontecimentos à esfera privada dos utilizadores». Quem gosta de redes sociais tem uma conta no Facebook (ou hi5, ou MySpace, whatever) e actualiza-a regularmente, com opiniões, fotos, episódios, músicas, vídeos, textos, links, enfim, a lista do que pode ser partilhado na internet nunca mais acaba. Esta reportagem da SIC veio, em boa hora, alertar para os perigos e o lado menos bonito das redes sociais. Há pessoas más em todo o lado, há pessoas que - por alguma razão que me escapa - tiram prazer em lixar a vida dos outros e há pessoas que simplesmente adoram cuscar e maldizer. A meu ver, o primeiro passo para estarmos relativamente seguros é saber analisar o que colocamos na nossa página pessoal, os amigos que aceitamos e o que colocamos para que todos vejam e saibam. Tornar o nosso perfil privado e nunca aceitar quem não conhecemos é, para mim, essencial. Bem sei que há quem adira às redes sociais para fazer amigos ou encontrar uma alma gémea, mas a verdade é que estamos ali a expôr pedaços da nossa vida pessoal a alguém que não conhecemos ou que nem sequer sabemos se é real. Depois há outras coisas a ter em conta: fotos em trajes menores, fotos de bebedeiras e/ou ilegalidades, fotos de filhos ou crianças, endereços, números de telefone, entre outro tipo de informação que possa ser copiada e utilizada por gente mal intencionada, devem implicar um "pensa duas vezes" antes de serem colocadas online. Não esquecer que, como disse a Pecansis, além dos malucos desta vida, as redes sociais estão ao alcance de futuros empregadores que podem muito bem pesquisar o nosso perfil... E toda a gente sabe que a primeira impressão é que conta!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Bounce

Bounce Street Dance Company. Assim se chama um grupo nascido na Suécia em 1997 e formado por alguns dos melhores bailarinos de street dance. Desde então, alguns membros saíram e outros entraram e hoje em dia o grupo é composto por sete bailarinos habituais: Alvaro Aguilera, Joe Jobe, Ambra Succi, Fredrik "Benke" Rydman, Filmon Michael, David Dalmo and Jennie Widegren. Alguns são coreógrados do programa "So You Think You Can Dance Scandinavia". Popping, Locking, Bogaloo e New Style são alguns dos estilos explorados pelos Bounce, sempre de forma a criar espectáculos diferentes e originais. São responsáveis, por exemplo, pela Flash Mob de tributo a Michael Jackson que, no Verão de 2009, se tornou num grande êxito do Youtube, com 8 milhões de visualizações. Neste momento, dedicam-se à tour da sua última criação: "Insane in the Brain - A streetdance version of One Flew Over the Cuckoo's Nest", um espectáculo que (tal como no filme) pretende transmitir a sensação de claustrofobia emocional e física de uma instituição psiquiátrica. Recriaram a história, converteram-na em dança, deram-lhe energia, paixão e humor. Um espectáculo de ritmos, som e luzes com capacidade para deixar muito boa gente de boca aberta. Passaram por Lisboa e no Sábado fui vê-los. Será escusado dizer que fiquei encantada. Que voltem mais vezes porque agora não perco um! Vejam aqui um vídeo.

domingo, 16 de maio de 2010

Porque é bom ver alguém a perseguir sonhos...

... a minha lista de blogues tem a partir de hoje mais um membro. A Maria é Made In Lisbon, mas o seu sonho passa por Bruges. Proprietária de um modesto T2  e um gato, a Maria sabe, apesar de ser bom sonhar, «sem dinheiro não há palhaço», portanto há que deitar mãos à obra e «vender o maior número de coisas possível». Para que perceberam melhor a ideia, passo a fazer um copy paste com a explicação, nas palavras dela:

«Explicar a razão de ser de um sonho que acalentamos desde criança é quase tão complicado quanto explicarmos a essência de que somos feitos. Eu nunca quis ser polícia, artista de circo, super-herói. Nunca partilhei as vocações dos outros meninos porque eu, desde que me lembro se ser gente, que digo que quero correr o mundo. É este o meu sonho: correr o mundo. Lembro-me de as pessoas comentarem que eu era uma menina com a mania das grandezas e de os meus pais responderem “isso passa-lhe!”. Lembro-me do primeiro Atlas que o meu avô me ofereceu e de me ensinar os nomes dos países. Lembro-me de a Professora Manuela, no liceu, dizer que eu daria uma belíssima médica e de na Faculdade se fazerem apostas em como seria a primeira do grupo a ascender à magistratura. Lembro-me de a minha avó me dizer que de um sonho não se desiste, não se abre mão, custe o que custar e leve o tempo que levar.

Hoje, continuo a acalentar o mesmo sonho com a vontade redobrada de quem investiu e investe tudo o que tinha e tem nele! Toda a formação, todo o dinheiro, todo o tempo, o melhor de mim, mesmo nos momentos em que parece que nada faz sentido e em que equacionamos se não seria mais fácil, menos duro, sonhar outra coisa qualquer. O meu sonho tem um nome. Chama-se ONU e um dia, um dia, eu hei-de cumpri-lo…

***
Pessoas do meu blogue: no dia em que entrei em minha casa tinha um colchão no chão, uma televisão do tempo da II GM e os meus livros. Durante muito tempo, os caixotes onde os tinha guardados serviram-me de mesa de refeições, de secretária, de banco, enfim. Aos poucos fui compondo o meu apartamento: uma coisa aqui, outra ali, com um subsídio de férias comprou-se o sofá, com o de natal umas estantes e por aí fora. A televisão que hoje tenho [marca hipermercado em tempo de promoção] foi-me oferecida por amigos de coração num dia de aniversário. Hoje, aquilo que estou prestes a vender não são meia dúzia de cacos velhos que me estorvam o caminho quando entro em casa, não. São as minhas coisas. Cada peça, cada livro foi adquirido com sacrifício ou oferecido por pessoas que me querem muito bem. Todos eles têm uma história. E isto, pessoas, não é uma decisão que se tome assim de ânimo leve. Só que nós não somos as coisas que temos mas os sonhos que acalentamos. As memórias ficam comigo. As minhas coisas, essas, espero que fiquem nas mãos de alguém que as saiba acarinhar.  Bem hajam.»

Já foi aberta uma conta bancária para o efeito e foi criada uma página com os objectos que vão estar disponíveis, bem como as regras para os adquirir. «Eh pá e não me venham cá com a conversa do não tenho espaço e o catano: há sempre um sobrinho que tem um primo que tem um amigo cuja mãe da namorada, enfim, vocês sabem. Quem quiser ajudar, só tem que divulgar [blogues, Facebook, twitter, folhetos na caixa do correio da vizinhança, whatever…]. Eu e o gato agradecemos.»

E eu divulgo porque gosto de pessoas com a mania das grandezas.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Panem et circenses.

Minha gente, isto sim é uma grande verdade.
E numa semana em que, ao mesmo tempo que se anunciavam subidas de impostos e cortes nos subsídios, os portugueses, muitos ainda a ressacar dos festejos benfiquistas, rejubilavam com a vinda do Papa e as consequentes faltas ao trabalho e tolerâncias de ponto. Uma prova de que a antiga fórmula romana de "pão e circo" continua a funcionar em pleno século XXI. E felizmente ainda vem aí o Mundial de Futebol, que é para não pensarmos tanto no gradual esvaziamento dos nossos bolsos. Por isso, pensar em merdas sérias só lá para Setembro, que Agosto é para tirar férias. Mas nessa altura começa novamente o Campeonato Nacional e aí sim há muitas contas para ajustar.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

As melhores cidades para pedalar. (*)

O site AskMen UK elaborou uma lista das 10 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta, apresentando todos os argumentos. Isto surge numa altura em que estes veículos de duas rodas vão ganhando cada vez mais popularidade no modo de vida cosmopolita das grandes cidades mundiais. O norte da Europa - sempre mais à frente - é aquele que regista um maior número de países amigos dos ciclistas.
Em primeiro lugar surge a capital holandesa, Amesterdão, onde 40 por cento das deslocações dentro da cidade são feitas de bicicleta. Os números reflectem as boas condições de deslocação e segurança existentes na cidade: tem uma vasta rede de ciclovias, bicicletas públicas disponíveis para alugar, parques para as estacionar e até sinais de trânsito destinados apenas às bicicletas. Em seguida, surge Copenhaga, na Dinamarca, uma cidade que está no top 5 de quase todos os rankings mundiais que dizem respeito à qualidade de vida dos habitantes. Aqui, cerca de 32 por cento dos trabalhadores vão trabalhar de bicicleta, pois existem boas e extensas ciclovias, separadas do trânsito automóvel, além de um sistema público de aluguer de bicicletas gratuito. O terceiro lugar é ocupado por uma cidade sul-americana: Bogotá, na Colômbia. Aqui, apenas 3 por cento da população possui carro e a bicicleta é uma necessidade para os seus habitantes, que uma vez por semana podem ter 70 quilómetros de vias públicas fechadas ao trânsito. Também na América do Sul, a cidade brasileira de Curitiba ocupa o 4º lugar do ranking, pois há mais de 40 anos que estimula a utilização de bicicletas como meio de transporte. A cidade é conhecida pelo seu bom planeamento urbano, tendo ainda uma grande e activista comunidade pró-bicicleta.

Em 5º lugar está Montreal, no Canadá, a primeira cidade na América do Norte a adoptar um sistema de aluguer de bicicletas. Recentemente, investiu cerca de 100 milhões de euros para renovar todas as ciclovias e construir um ambiente mais favorável para os ciclistas. Nos Estados Unidos da América, a melhor cidade para pedalar é Portland, no estado do Oregon, onde existem 480 quilómetros de ciclovias. A cidade oferece bicicletas aos cidadãos com menos possibilidades financeiras, acompanhadas de cadeado, capacete, bomba para encher pneus, mapas e capas para a chuva.
Em 7º lugar, surge Basileia, na Suíça, onde existem ciclovias e faixas exclusivas para ciclistas, no lado esquerdo da via, com sinalização adequada e mapas com as melhores rotas. Existem também ciclovias que ligam Basileia a outras partes da Suíça. Em 8º lugar ficou a espanhola Barcelona, conhecida pelo Bicing, o programa de aluguer de bicicletas lançado em 2007 que empresta bicicletas em cerca de 100 postos espalhados por toda a cidade. Além de uma ciclovia que rodeia toda a área metropolitana da cidade, existem 3250 vagas de estacionamento para bicicletas na rua e garagens subterrâneas.

A capital chinesa, Pequim, tem uma grande tradição na utilização da bicicleta, mas o boom económico chinês deu à população o poder de compra para adquirir um carro. No entanto, o excesso de carros acabou por trazer de volta o hábito da bicicleta, sendo essa a melhor forma para as pessoas se moverem de um lado para o outro da cidade. Por fim, no 10º lugar desta lista, surge mais uma cidade escandinava: Trondheim, na Noruega. Aqui existem elevadores para bicicletas que levam os ciclistas nas subidas mais íngremes. Segundo o website inglês, cerca de 18 por cento da população utiliza a bicicleta diariamente como meio de transporte, apesar da íngremes subidas citadinas.
 
É uma pena que Lisboa ainda não esteja incluínda num ranking destes. Já agora, uma mensagem para quem manda neste país: Se fizerem uma mega ciclovia, espero que também façam uma que vá desde minha casa suburbana até ao centro lisboeta. Dava imenso jeito.
 
(*) post dedicado à J. e à S. (S., andas a fazer uma espécie de tour por cidades de ciclistas?).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Boas notícias.

O Público diz que os estágios extracurriculares não remunerados vão ser proibidos. E eu espero que não seja uma daquelas mentirinhas de 1 de Abril.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Citação do dia #1

"É quase absurdo que um ser humano se ria. O único animal que sabe que vai morrer é também o único que ri. Acho, aliás, que é disso que rimos: do facto de estarmos condenados à morte. Cada gargalhada que damos é uma manifestação de superioridade nossa em relação à morte".
(Ricardo Araújo Pereira, em entrevista ao Diário de Notícias. Vale a pena ler.) 

Portugal Contemporâneo.

O PORDATA é uma base de dados estatísticos online feito por portugueses, sobre os portugueses e para os portugueses. Informação detalhada, organizada, acessível a todos, sem custos. Isto é, caros amigos, o verdadeiro serviço público.