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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

de facto...

Está um tempo impecável para brincar ao Carnaval brasileiro. Quando é que vão perceber que biquinis, tangas e mês de Fevereiro em Portugal é coisa que não combina? A sério.

é com alguma tristeza que constato...

... que a meia branca poderá voltar a estar na moda. Justin, por favor, não!

a verdadeira razão.


adeus, Ratzinger!

Pois é, parece que o Papa também se pode demitir. E é o que o Ratzinger vai fazer, abandonando o divino cargo no dia 28 de Fevereiro, porque, segundo ele, chegou ao limite das suas forças, está velhinho e quer ir descansar. Em 2002, Joseph Ratzinger já tinha pedido demissão, como é normal acontecer quando os cardeais atingem os 75 anos, mas o Papa João Paulo II pediu-lhe que se mantivesse nas suas funções. E o Joseph obedeceu, tendo assumido o cargo de Papa em 2005, após o falecimento deste. Agora deve ter dito "chega" e quer ir gozar a velhice para longe dos escândalos de pedofilia e financeiros do Vaticano onde o nome dele aparece quase sempre associado. Eu percebo-o, é uma maçada ter que lidar com as taradices e a ganância alheia. Ide em paz, Ratzinger, já te imagino no sofá, em frente à lareira, de roupão e pijama, mas com os sapatinhos vermelhos da Prada calçados (sim, porque aposto que não os vais deixar no Vaticano, não é?). Se calhar estamos mal habituados, visto que o João Paulo II, a sofrer com a doença de Parkinson e tudo, aguentou-se que nem um valente até ao fim dos seus dias (e poucos foram os Papas que alguma vez resignaram ao cargo por estarem velhos), mas realmente é estranho que um Papa, o principal servo de Deus nesta terra (dizem eles) esteja numa de se reformar. Mas pronto, ele lá deve ter tido as suas conversas com o patrão para se justificar. Eu cá espero com entusiasmo mais uma sessão de fumo negro e fumo branco pela televisão que, apesar de ter muito pouco de católica, acho um piadão a este ritual.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Django.



Caramba, eu adoro o Tarantino! (e o Christoph Waltz, o Jamie Foxx, o Samuel L. Jackson e, cada vez mais, o Leonardo DiCaprio.)
O Django Unchained é um filmaço, com um belíssimo elenco, humor do princípio ao fim (um mix entre o refinado e o retorcido, como já estamos habituados), uma boa dose de miolos e tripas pelo ar e uma fantástica banda sonora. Foram praticamente três horas de filme que passaram a voar (durante a semana não é aconselhável). Tal como em Inglorious Bastards, o Christoph Waltz voltou a ser, para mim, a estrela do filme e ainda não decidi se gostei mais do nazi Hans Landa ou do caçador de prémios Dr. Schultz. Mas sem desprestígio pelo restante elenco e, sobretudo, pelo Jamie Foxx, um actor que, depois de Jarhead, nunca mais me tinha surpreendido à séria (mas confesso que ainda não vi alguns bons dele, como o Ray, por exemplo).
E acho sempre piada como o Tarantino recicla os actores/actrizes de que mais gosta, trazendo-os dos seus filmes anteriores para novos papéis. Neste caso, o Samuel veio do Jackie Brown e Pulp Fiction, o Waltz do Inglorious Bastards e a Zoe Bell, uma das protagonistas do Deathproof e dupla em outros filmes do realizador como Kill Bill e Inglorious Bastards, apareceu muito discreta, num papel totalmente secundário em que só a reconheci pelos olhos (é o que dá ter visto o Deathproof mais de 20 vezes).
Se ainda não viram, vão ver, porque vale muito a pena.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

facto.

Tenho mais vontade e paciência para andar de saltos ao fim-de-semana do que para vir trabalhar. Passei este sábado e domingo com mais alguns centímetros de altura, mesmo sem nada de muito especial para fazer. Hoje, que venho trabalhar, foi um sacrifício para me convencer a mim mesma a trazer outra vez um saltinho. E, sim, consegui convencer-me. Mas trouxe uns rasos na mala do carro, só naquela...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

redes (não tão) sociais.

Acho que esta coisa das pessoas se terem habituado a interagir e a criticar as marcas (ou até mesmo outras pessoas) nas redes sociais está a atingir proporções descontroladas, muito sinceramente. Há uma ténue linha que separa a liberdade de expressão (à qual todos temos, obviamente, direito) da difamação gratuita e idiota que muita gente tem vindo a ultrapassar, levando certas situações ao ridículo. As maioria das marcas deve sentir que anda a pisar em campo minado, sempre com o receio de dar um passo em falso (às vezes até as mais prudentes caem em erros que lhes custam a reputação, mesmo que apenas durante um curto espaço de tempo porque a memória do consumidor também é fraca) e o consumidor, fascinado com este novo poder que adquiriu, às vezes cai na tentação de reclamar/criticar/ofender ao desbarato, sem antes ter tentado resolver a situação por outras vias (muitas empresas têm canais especialmente reservados para o efeito, onde às vezes até conseguimos obter uma resposta satisfatória). Sinceramente, acho que se isto continuar, haverá a necessidade de estabelecer uma legislação especial para aquilo que pode ser escrito nas redes sociais sobre marcas ou pessoas. Porque há muita gente que exagera e que não tem bom senso ou limites, bem mais do que há marcas que não estejam dispostas a remediar os seus erros e satisfazer os seus clientes. Muitas marcas têm que redefinir as suas estratégias de comunicação e satisfação do consumidor, não há dúvidas disso, mas também há muitas pessoas que têm que redefinir os seus valores e comportamentos; caso contrário, torna-se impossível trabalhar nas redes sociais. Para finalizar, vejam este post e reflictam.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Pepa, a caturreira. Samsung, a traiçoeira.



Depois do vídeo da querida Pepa Xavier ter gerado polémica pelas redes sociais, a Samsung Portugal suspendeu toda a campanha "Desejos para 2013" retirando os vídeos gravados com várias fashion bloggers, algumas mais conhecidas e outras menos. Ora se a Pepa estava no grupo das menos conhecidas, a partir de hoje tudo mudou! O discurso da menina é, de facto, um bocado frívolo, a colocar uma mala Chanel preta como a sua maior conquista pessoal para 2013. Já para não falar que aquele sotaque cliché de "beta" que só dá vontade de a abanar (vejam o vídeo, por favor) não ajuda nada.
Cada um sabe de si, é óbvio, e não podemos obrigar a menina a ambicionar coisas mais substanciais e importantes se o que ela quer mesmo é uma mala Chanel para ir aos desfiles da Moda Lisboa. Mas tendo em conta os tempos correm e a situação que a grande maioria dos portugueses está a ultrapassar, não me parece muito sensato para uma marca colocar-se nesta posição. Não sejamos hipócritas, é natural que a maioria das mulheres até deseje ter uma malinha destas, mas o que incomoda é o facto de ela colocar esse feito como uma "grande conquista" para este ano, quando podia ter mencionado tantas outras coisas. Se o objectivo era produzir material "viral", com todo o lado emocional que a palavra "desejos" desperta, não me parece que pessoas com discursos vazios possam acrescentar algo de valor. Mas adiante, acho que o grande mal nem está aqui.

Parece-me que a Samsung quis ser cool & trendy, mas andou completamente às apalpadelas e sem uma grande estratégia. Ou a agência é que andou. No geral, achei tudo muito fraquinho. Primeiro, não percebi a relação entre mostrar o lado intimista de fashion bloggers com a tecnologia da Samsung. Tirando o facto de ela estar a segurar um tablet, parece-me que, espremendo tudo isto, não tem qualquer relevância. Fazia mais sentido vê-las a trabalhar, com as máquinas fotográficas e os gadgets todos da marca, não sei. Segundo, não consigo compreender como é que a Samsung vê um vídeo destes e acha que vai dar um óptimo conteúdo viral. Terceiro, quando a coisa corre mal, apagam tudo o que fizeram e ainda eliminam os comentários das pessoas que, obviamente, foram à página gozar com a campanha. Correu tudo mal, mas a marca demonstrar que tem vergonha da sua própria campanha e das pessoas que ela própria escolheu para a representarem consegue ser a cereja no topo do bolo. Não será pior a emenda que o soneto? E se se aguentassem à bomboca que nem uns valentes? Acho que faziam melhor figura.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

departures.

Sinto que começa a ser o retrato da minha geração. Está tudo a fugir para o Brasil, África, Inglaterra ou países nórdicos. A cada mês que passa, acrescenta-se um nome novo à lista de amigos/conhecidos emigrantes.
Podíamos todos olhar para isto como uma coisa gira, uma aventura e uma oportunidade para ter novas experiências, que é, mas não deixa de ser triste, porque sabemos que a maioria está a sair não só motivada pela maravilha que é estar numa outra cidade e numa outra cultura, mas sobretudo porque cá dentro não consegue crescer profissionalmente, ter um melhor salário, conseguir pagar uma casa e/ou começar a constituir família. E, claro, se têm uma oportunidade, agarram-na. Ou então juntam uns trocos, enchem-se de coragem e vão tentar a sua sorte para outros lados. A maioria vai com prazos curtos para voltar, um ou dois anos, mas, dado o panorama nacional, passado uns meses, começam a apagar dos seus planos as hipotéticas datas de regresso. Alguns simplesmente decidem que, depois daquele país, partirão para outro qualquer, mas ainda não para Portugal.
E eu, para já, não afasto a hipótese de um dia ter que escrever o meu nome nessa mesma lista. Por um lado, gostava e acho que até seria bom. Por outro, Lisboa é sempre Lisboa e acho que não haverá cidade no mundo onde me dê tanto prazer viver.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

começaram os saldos na Zara.

Não, não vou fazer nenhuma lista nem fazer qualquer post histérico sobre as maravilhas da colecção da Zara (que tem, de facto, coisinhas bonitas). Quero apenas alertar quem esteja a pensar passar por uma loja Zara hoje: preparem-se para as filas, para o empurrão, para as meninas da loja a não conseguirem atender decentemente toda a gente e  para roupa espalhada por todo o lado. Fui à loja do Chiado procurar um presente para uma amiga e estava uma confusão, os dois andares cheios de gente aos encontrões, com filas nas caixas e com um bafo de calor que não me aguentei lá mais do que cinco minutos. Louvo a paciência destas pessoas, mas, por mim, que se lixem os saldos, não consigo ficar uma hora numa fila para pagar meia dúzia de trapitos. E, pelo que me contaram, a Zara do Colombo tinha fila que chegava aos corredores do centro.
O que está verdadeiramente em crise é o bom senso das pessoas, só pode.

domingo, 23 de dezembro de 2012

random stuff.

O mundo não acabou, mais uma vez. Depois da loucura do Nostradamus na entrada no ano 2000, mais um fracasso para as previsões daqueles que querem à força, vá-se lá saber porquê, mandar o globo terrestre desta para melhor. E, como a vida continua, lá fui eu acabar de comprar os presentes de Natal todos. A minha mãe, como sempre, deixou as compras para a família para o último dia e lá fomos nós num sábado à hora de almoço enfiarmo-nos no calor do shopping para despachar os presentes dos primos e dos tios todos (foi doloroso, fico maluca com os centros comerciais nestes dias). À tarde, mais uma ronda de compras, porque eu sou uma boa alma que adora ajudar o próximo. Mas o assunto está encerrado. Ainda tenho dois ou três postais que queria enviar, mas, se o fizer, já não chegam a tempo do Natal... Logo decido o que faço.
Entretanto, ainda estou em processo de cura da minha bronquite. Falar muito ou rir é sinónimo de começar a tossir. Mas já me sinto melhor e já fui correr ontem e hoje de manhã, 5km de cada vez (ok, hoje foram 4,20km, mas só por falta de tempo que tenho convidados para almoçar) que me custaram muito porque os pulmões não estão a 100% e começam a doer ao final de pouco tempo. Mas acho que estou no bom caminho; mais vale um progresso lento que nenhum progresso, certo? Até ao final da semana quero chegar aos 8km.
E pronto, entrámos oficialmente na época natalícia. Vamos comer uns docinhos, estar com aqueles de quem mais gostamos e abrir os nossos presentes. Mais do mesmo, se calhar um ritual que podia repetir-se mais vezes durante o ano, mas que, no fundo, nos aquece sempre o coração. Em anos como este, principalmente.

[já a seguir, a banda sonora de domingo.]

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

uma coisa de que gosto na época natalícia...

É que vai tudo de férias e eu deixo de apanhar trânsito de manhã. Aquele trânsito caótico que me faz querer arrancar cabelos e espumar de raiva quando percebo que tenho que entrar no escritório em cinco minutos e ainda me falta fazer metade do caminho até ao parque de estacionamento. Eu sei que podia acordar mais cedo, mas o meu corpo muitas vezes castiga-me e não quer sair da cama.
Por isso é que nunca tiro férias nas duas últimas semanas do ano nem em Agosto, querem altura menos stressante para trabalhar? É um mel, acreditem (mas não façam o mesmo, senão estragam-me a vida).

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

querido Deus,

Se algum dia eu for mãe, por favor permite que ao fim de 2 meses o meu corpo esteja assim impecável como o da Adriana Lima. Ou que, pelo menos, eu tenha a força de vontade para fazer a dieta e o exercício (sim, porque não há milagres) que ela deve andar a fazer para já estar assim. Amén.

(Fiquei parva quando soube que há gente muito indignada por a Adriana Lima ter desfilado para a VS dois meses depois de ser mãe, porque, vejam bem, está GORDA! Vou só ali atirar-me de uma ponte, obrigada e bom dia.)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

são vontades que me dão.

A cada dia que passa, a cada notícia que leio, a cada declaração que oiço, a cada reportagem sobre os desgraçados condenados pela crise que vejo, tenho cada vez mais vontade de atirar um calhau da calçada à cabeça de um político. Não a um polícia (que esse provavelmente sofrerá da mesma vontade que eu), mas a um político. Se for do actual Governo, era bom. Mas se não for, pouco me importa, atiro na mesma, que nos tempos que correm também já não faço distinção. Muito poucos se destacam pela positiva e, regra geral, vestem todos a mesma cor: a da sem-vergonhice. 
Um calhau lançado de forma tão correcta que lhe acerte mesmo no meio da testa.
É só isso que eu peço.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ainda assim, para quê mexer no que está bom?


Nos últimos tempos, Christina Aguilera engordou uns 20 quilos e está quase ficar irreconhecível, quando comparamos as últimas fotos com a imagem da pop princess há uns anos atrás. Tenha sido por descuido ou não, diz que gosta das suas novas curvas e desvaloriza as críticas da imprensa.
O Matthew McConaughey está neste momento a pesar 64 quilos e anda a babar por um cheeseburguer (pelo menos, está com cara disso). Teve que emagrecer (e muito!) para o seu novo filme, "The Dallas Buyers' Club", no qual interpreta a personagem Ron Woodrooff, um doente com o vírus HIV.

Colocando as fotos dos dois sex symbols ao lado uma da outra, cheguei à conclusão que acho a magreza muito mais feia e assustadora. Soltem o Matthew num McDonald's e depois levem-no ao ginásio, que este novo look não dá com nada.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

momento o-que-tinhas-na-cabeça do dia.

Afinal aquela história de um Ricardo que andava à procura de uma Diana, rapariga com mil e uma qualidades que tinha conhecido no dia da manifestação, era só uma campanha do novo perfume Catch Me da Cacharel. 

Sinceramente, este tipo de história já foi tão visto que não me comoveu minimamente - a primeira vez, foi um rapaz de Nova Iorque à procura de uma rapariga que tinha conhecido no Metro e só tinha um esboço desenhado, e a história correu o mundo - e, apesar de ter algumas suspeitas, ainda estava longe de imaginar que era só uma golpada de marketing. Pouco original, porque ainda há pouco tempo a Nokia fez uma muito semelhante no Brasil (e pelos vistos acabou por levar com as entidades reguladoras em cima, apesar de ter ganho o processo no fim). E também muito mal planeada, pelo feedback que estão a ter na página da campanha.

Sem dúvida que cumpriu o objectivo de mostrar como as pessoas se movem em nome de uma causa qualquer - ainda por cima o Amor (agora é aquela parte em que a Celine Dion começa a cantar) - e, claro, de gerar um buzz enorme à volta desta história (com direito a reportagem de telejornal e tudo). A verdade é que há muito tempo que não se ouvir falar desta marca e agora a Cacharel anda nas bocas de todos; nesse aspecto, cumpriu o objectivo de forma brilhante. Mas sinceramente parece-me que, depois de todo o alcance que conseguiram dar à história de amor do Ricardo e da Diana, todos os que compartilharam imagens e mensagens e que enviaram palavras de apoio, acabaram por se sentir envergonhados e, claro está, ficaram muito melindrados.

Eu vejo um tirinho no pé. Só.

domingo, 9 de setembro de 2012

Gabriela, Cravo e Canela.


Não sou do tempo da Sónia Braga, mas li o livro do Jorge Amado e apaixonei-me de tal maneira pelas personagens que decidi que, um dia, havia de chamar Gabriela a uma filha minha. Não sei se alguma vez esse plano vai andar para a frente, mas sei que a partir de amanhã estou oficialmente colada à ficção   brasileira, para ver todos os episódios da nova "Gabriela, Cravo e Canela" com a maravilhosa Juliana Paes. Vamos lá ver se me enche as medidas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

hello, changes.

É incrível como há coisas muito pequeninas que nos podem mudar a disposição, pequenas e aparentemente insignificantes mudanças na rotina que nos deixam com outra motivação. Esta semana, mudei de parque de estacionamento (depois de um ano, consegui uma vaga), ficando agora mais perto do escritório, e só isso fez com que eu fosse mais animada para o trabalho. Pode parecer meio estúpido, mas é verdade.