terça-feira, 14 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

pufff.

Durante o dia tenho a cabeça a fervilhar de coisas, sinto que tenho mil coisas para escrever aqui quando chegar a casa. Mas quando chego, muitas horas depois, cansada de trabalho e ginásio, não me apetece ir buscar nenhuma dessas mil ideias, não me apetece deitar nada cá para fora, não me apetece escrever nem uma linha. Acabo por desistir e guardo tudo para mim.

Mas vim aqui queixar-me sobre isso, já é uma sorte.
E agora vou dormir, boa noite.

leituras de Verão (so far).

 Sim, já percebi que estou numa onda meio felina.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

wish me luck.

Depois de sete anos de ginástica desportiva e acrobática, de mais uns aninhos de aulas de hip-hop e ao fim de quatro anos de idas religiosas ao ginásio, com aulas de saltos, pesos, pontapés e abdominais... Hoje vou fazer a minha primeira aula de Hidroginástica. A mais temida de todas. Isto porque odeio toucas (apesar de compreender toda a questão dos cabelos a boiar, aquelas coisas apertam-nos a cabeça e parecemos umas focas), tenho medo que as outras alunas façam xixi na água (e eu, eventualmente, acabe por engolir um bocadinho) e que o cloro da piscina me faça alergia nos olhos ao ponto de ficarem todos vermelhos e a doer (traumas de infância). É bom que seja uma aula cheia de potencial tonificante, porque senão acho que não vale a pena a carga de nervos.

finalmente.

Finalmente, uma noite de Verão. Ficarmos no Miradouro de S. Pedro de Alcântara, sem casacos, de cerveja na mão e uma boombox aos nossos pés até às duas da manhã (*).
Agora é continuar assim até finais de Outubro. Afinal de contas, não tem sido um Verão à séria, merecemos, pelo menos, que ele dure mais tempo (sim, São Pedro, isto é contigo).

(*) sair da cama hoje é que foi mais complicado, mas isso é outra história

terça-feira, 7 de agosto de 2012

não são elas, sou eu.

As bloggers engravidam e eu perco o interesse.
Já foram pelo menos quatro.

andei ausente, mas por boas razões.

Fazendo uma pausa na época de festivais e concertos (e é mesmo só uma pausa), chegou a época de férias. Depois de Londres e Roma, fiquei-me por terras lusas e aproveitei à grande as praias da Caparica, da Costa e do Algarve. Não foi tudo perfeito, mas foi uma boa semana e deu para tirar a cabeça do trabalho, dormir muito, comer bem, tostar (e bem!) a pele ao sol e estar com as minhas pessoas. Quero mais. E já não falta muito...

boas noites, boa sangria, bom peixe e boa praia = happiness 

domingo, 22 de julho de 2012

e na quinta-feira...




... vi o melhor concerto do ano (eu sei, o ano ainda não acabou, mas estou mesmo a arriscar que este vai ser o melhor): Erykah Badu, no Cascais Music Festival. Eu já a esperava há alguns anos e estava com medo de ficar meio desiludida, como fiquei com a Lauryn Hill no Festival dos Oceanos. Mas não. Foram duas horas de soul que passaram a voar e ninguém queria sair do recinto; nem o público, nem a banda. O concerto abriu com a "20 Feet Tall", do álbum mais recente, e terminou com a mítica "Bad Lady". Pelo meio, "Appletree", "Out My Mind, Just In Time", "Certainly", "The Healer", "On & On", "Think Twice", "Didn't Cha Know?", entre outras, marcaram a setlist do concerto... Ficaram a faltar só a "Tyrone" (que ela improvisou um bocadinho em formato house), a "Honey" e a "Window Seat", da lista das minhas preferidas.
Durante a última música, a Queen Badu desceu do palco e juntou-se ao público, deu abraços, estendeu o microfone para que todos cantassem, fez crowdsurfing e deixou os sapatos no meio da multidão. No final, a banda virou as costas para o público, mostrando uma sequência de letras nas costas das t-shirts que formavam a frase "I Love You".
Que voz, que estilo, que mulher! Pela actuação e pelo ambiente que estava no Hipódromo Manuel Possolo - todos cantavam e todos dançavam -, valeu todo o dinheirinho gasto no bilhete. Adorei e fiquei ainda mais fã. Por mim pode voltar que eu lá estarei outra vez. E, outra vez, na fila da frente.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

era um café e um ben-u-ron, se faz favor.

Domingo foi dia de voltar ao "mood festivaleira", desta vez com o Optimus Alive. Estava completamente cheio, pedir uma cerveja nas bancas da Heineken era uma saga e tive que optar pela barraquinha de hamburgueres mais vazia (e não comer aquelas massas chinesas óptimas, que era o que me apetecia) para jantar a horas decentes antes de ficar retida no meio da multidão que queria, desesperadamente, ver Radiohead.
Mas foi bom, foi tão bom. Radiohead, SBTRKT e Metronomy foram, para mim, as grandes actuações da noite.

Não sou grande fã da banda do Thom Yorke, mas, movida pela curiosidade de ver uma banda tão mítica em palco, deixei-me ficar.  A maioria das músicas eram-me relativamente desconhecidas, mas - ainda que ele tenha optado por uma setlist meio deprê - conforme ia ouvindo, ia gostando. Não tocaram aquela que gosto mais - True Love Waits - mas gostei do espectáculo que ofereceram. Quase no fim de Radiohead, corri para o palco Heineken, para conseguir ver SBTRKT, que não me deixaram ficar nada mal. Tinha grandes expectativas, porque adoro as músicas e foi o melhor remédio para o mood meio depressivo de Radiohead. Depois de The Kills - que infelizmente não consegui ver, a tenda estava demasiado cheia e não estava com vontade de andar aos empurrões - chegaram os Metronomy, quase às 3h30, que fecharam a noite em grande. Fica ainda uma nota positiva para os The Kooks, os The Maccabees e para a Da Chick, que animou a actuação (meio house aborrecidinho, infelizmente) da dupla de DJ's portuguesa Xinobi e Moullinex.

As dores de garganta e a tosse continuam a persistir e, é claro, as poucas horas que dormi foram terríveis. Ou seja, hoje o dia de trabalho não promete nada de fantástico. Hoje não há ginásio, não há lanches, não há nada. Só quero chegar a casa e enterrar-me no sofá. Só.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

é sexta-feira (yeah?).

E eu cheia de tosse, com os pulmões já a doerem do esforço, completamente sem ânimo para sair da cama. É o que dá achar que um festival de música em pleno mês Julho é um festival de Verão e que posso andar de calções e top à noite (como sempre fiz!)...

E por falar em festivais, já saiu mais uma "Espécie de Reportagem" da Punch, desta vez sobre o SBSR'12, com um enviado muito especial. A música de fundo é a "Deixar Cair", dos Salto, uma das melhores bandas portuguesas que por aí andam. Não conhecem a Punch? Não conhecem os Salto? Então prestem atenção:

                
Foi a minha primeira vez num SBSR no Meco, mas até a mim me pareceu um festival meio fantasma. Não havia filas para nada: nem na estrada, nem no estacionamento, nem para comer e às vezes nem tínhamos que nos esforçar muito para chegar à primeira fila em frente ao palco. Não me chateia muito não ter que esperar horas para fazer alguma coisa e também não me chateia muito não estar a comer pó todos os dias, mas a verdade é que também é um bocado triste ver um festival de música tão vazio. Parece-me que a organização está a pagar pelos erros dos últimos anos, juntando a isso um cartaz ligeiramente mais fraquinho e, claro, a boa da crise económica.

Para mim, os melhores em palco foram Oh Land, Little Dragon, Aloe Blacc, Salto, Capitão Fausto, Skrillex, Friendly Fires e St. Vincent (que não conhecia e passei a gostar). Estava com boas expectativas para Peter Gabriel e para Regina Spektor e, de facto, eles são artistas maravilhosos, mas saíram prejudicados; não senti que o ambiente daquele festival fosse o mais adequado para a mega orquestra do Peter Gabriel e a Regina Spektor saiu especialmente prejudicada pela hora a que tocou (eram 2h da manhã e ela ainda estava ao piano), sendo que a seguir entravam os Skrillex. Foi jazz seguido de dubstep... Enfim, uma salganhada de estilos musicais que não se percebeu. Mas Skrillex foi o único que conseguiu efectivamente levantar o pó do recinto da Herdade do Cabeço da Flauta.
Lana del Rey, apesar de continuar a achá-la uma artista mediana, superou as expectativas de quem, como eu, esperava um flop ao estilo Amy Winehouse. O álbum - de que gosto muito - foi quase todo cantado, só tive pena que ela não incluísse a "Off to the Races". MIA era muito esperada e foi giro para animar, mas a qualidade do som estava uma porcaria e fazia-nos comichão nos ouvidos. Hanni el Khatib e The Rapture também estiveram bem, mas acho que foram, infelizmente, prejudicados pela falta de ânimo da plateia (um concerto meio vazio não tem tanta pica, nem para o público, nem para os próprios artistas). Espera-se que para o ano as coisas melhorem...

E pela frente ainda temos Optimus Alive e Erykah Badu. Let's roll.

terça-feira, 10 de julho de 2012

e não cheguei a falar disto.



Mais presentes fofinhos de aniversário. O colar piroso da Bimba&Lola, o creme de papaya da Body Shop (que apetece comer) e os três quadros com fotos de todos os meus grandes e queridos amigos (mais um cantil da SIGG giríssimo também; não encontrei foto do padrão). I'm a lucky girl.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

das licenciaturas instantâneas.

O Relvas licenciou-se em Ciência Política na Universidade Lusófona fazendo apenas quatro exames. Todas as outras cadeiras foram dadas como concluídas através de equivalências, tendo em conta a sua experiência profissional. Ou seja, dos (pelo menos) 180 créditos que o senhor Miguel Relvas necessitaria para ser licenciado, 120 foram atribuídos sem que este alguma vez tivesse posto os cascos numa sala de aulas. Porque alguém achou que aquilo que ele já tinha feito na vida dele era suficiente para as dar como feitas. E parece que, tal como ele, existem mais 89 senhores/senhoras que passaram exactamente pelo mesmo processo na mesma Universidade.
Eu acho isto um máximo. Isto sim, são as Novas Oportunidades! Agora é que vai ser ver os arrumadores de carros a tirarem licenciaturas em Gestão de Espaços. Ou as pessoas com mais dificuldades monetárias a doutorarem-se em Economia ou Finanças pela sua vasta experiência em gerir o pouco dinheiro que o Estado não lhes chupa todos os meses.
Estamos entregues aos bichos. É só o que me ocorre.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

sensação boa.

Sentir que as horas perdidas, a carga de nervos e aquele friozinho na barriga valeram a pena.
Irmos completamente exaustos para a cama, mas com a sensação de dever cumprido.
A felicidade também é feita destas coisas.

terça-feira, 3 de julho de 2012

O Astro.

Esta nova novela da SIC é um poço de drama. E ainda só vão no 2º episódio.
Não sei se aguento.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

e voou...

... uma semana e meia de férias.

Aguardo ansiosamente pela próxima.
Até lá, pensamento positivo e muito ânimo para trabalhar.

domingo, 24 de junho de 2012

um quarto de século.



Não é novidade para ninguém - dos que me conhecem há uns aninhos - que os meus aniversários são, para mim, dias de interminável angústia. Às 23h00 do dia 18 apodera-se de mim uma nostalgia e um desânimo perante a passagem de mais um ano que se prolongam estupidamente até à chegada do dia 20. Tal como na época do Natal e Ano Novo, dou sempre por mim a pensar em demasiadas coisas... Nos anos que já passaram, no que eu fui e já não sou, no que mudou e porque mudou, no que fiz e deixei por fazer, no que disse e deixei por dizer, onde errei e onde erraram comigo, nas pessoas que ainda gostava de ter por perto, nas conquistas e nas desilusões. Enfim. Gosto sempre que o dia passe de mansinho, sem grandes alaridos; normalmente estou de férias e vou para a praia apanhar sol, tomar banhos de mar, ler e ouvir música.
No entanto, no meio deste irritante clima nostálgico, existem sempre os amigos e a família. Aqueles que estão cá todos os anos. Aqueles que gozam comigo por eu ser uma aniversariante "deprimida", que me chamam de "parva" e que ignoram as minhas lamúrias porque querem simplesmente ver-me sorrir. Aqueles que eu amo e que me fazem esquecer, por momentos, todos estes disparates. Este ano levaram-me a almoçar fora, para os lados de Sintra. A passear no Guincho. A jantar num dos meus sítios preferidos em Lisboa, o Rubro. Pregaram-me um susto. Fizeram cartazes. Ofereceram-me um relógio. Ofereceram-me uma pulseira, um anel e o livro do Murakami que eu queria. Ofereceram-me umas calças da Zara e um conjunto de bolsas para a praia. Ofereceram-me um bolo de chocolate, muitos abraços e beijos. E sem esquecer, claro, a viagem a Roma, gozada antecipadamente.
Acho que não vou passar a adorar fazer anos, mas sem dúvida que a chegada aos 25 acabou por ser especial. Obrigada a todos. Que até me aceitam assim, difícil, como eu sou. ♥

sobre Roma.




As nossas amigas podem ser, afinal, as companhias certas para uma viagem destas. Um destino que se idealizou romântico, para uma viagem a dois com beijos e mãos dadas, transformou-se num sítio perfeito para longas caminhadas, boas conversas de mulheres e muita parvoíce. Por muitas contrariedades que existam no caminho, nada está perdido quando realmente nos determinamos a levar os nossos planos para a frente.
Quatro dias de encher o coração. E a barriga.
Obrigada pela companhia, M. ♥

quinta-feira, 14 de junho de 2012

o GRANDE presente de aniversário.



Mais uma cidade que queria conhecer há bastante tempo, mais um destino riscado da minha muito acarinhada Dream Trip List. Vão ser quatro dias a passear muito e provavelmente a provar as melhores pizzas e gelados de sempre. A esta hora já devo andar por lá... Ciao!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

encontrado no blog da minha prima de 14 anos.

Adoro.

porque a menina está quase a fazer anos.

Não pode faltar a habitual wishlist. Nem que seja pelo prazer de a fazer. Pois bem, aqui vai.

Preciso imenso de uma mala. Gosto desta da Zara, €49,95

E também gosto desta. €89,95
Ou desta. Mais baratinha, €29,95

Vestido Asos, size 8 ou 10, Nude ou Green, €40.73

Vestido Asos, size 10, €47

Anel Bimba&Lola, €32, size 16

Pulseira Bimba&Lola, €32
Anel Bimba&Lola, €28, size 16




Calças Zara, €39.95, tamanho M. Adoro!
Pulseira Bimba&Lola, €35

Colar Bimba&Lola, €39
Um bilhete para o Super Bock Super Rock 2012 também não ia nada mal. €80.
Ou um bilhete para ir ver The Black Keys.
Ou um destes bebés.

E, claro, uma lista de livros:

- "Sangue Mortífero", o 9º volume da saga True Blood;
- "Segredos de Sangue", o 10º volume da saga True Blood;
- "No dia em que fugimos tu não estavas em casa", do Fernando Alvim;
- "Os Pilares da Terra" (vol. I e vol. II), do Ken Folett;
- "A Purga", de Sofi Oksanen;
- "1Q84", de Haruki Murakami;
- "Em Busca do Carneiro Selvagem", Haruki Murakami;
- "O Filho de Mil Homens", de Valter Hugo Mae;
- "Comissão das Lágrimas", de António Lobo Antunes;
- "Travessuras da Menina Má", Mario Vargas Llosa;
- "A Cidade e os Cães", Mario Vargas Llosa;
- "As Intermitências da Morte", José Saramago
- "Tieta do Agreste", Jorge Amado
- "São Jorge dos Ilhéus", Jorge Amado
- "Livro", José Luís Peixoto

E pronto, é isto.
Claro que o maior e melhor presente de todos vai ser já a partir de amanhã. I'm excited!

domingo, 3 de junho de 2012

domingo.


Depois de uma (muito) animada festa de aniversário no sábado à noite, acordei com um óptimo pequeno-almoço vindo directamente da Padaria Portuguesa e fui passar a tarde na praia com a A. e a C., que está quase a chegar para a enchermos de beijinhos. Conversámos, comemos um gelado, tirámos fotos ao barrigão, apanhámos um bocado de sol. Acho que já comecei a ganhar uma corzinha de Verão e tudo. Foi um bom domingo, venham mais assim, por favor.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

come to mommy, sweeties.


Porque eu ainda sou uma criança (on the inside) e mereço um presentinho no dia 1 de Junho, mesmo que seja de mim para mim. Porque Junho é o meu mês preferido e só por isso posso estar mais contente. Porque são muito giras e já as namorava há uns meses. E pronto, é isto.

sábado, 26 de maio de 2012

Casa de Saúde da Idanha

Uma senhora velhota chorava na mesa do café porque não conseguia abrir o envelope que lhe tinham enviado de Moçambique. Era do cunhado, dizia ela. Custou-me vê-la ali sozinha, sem que ninguém a fosse ajudar. Por isso fui abrir-lhe a carta ("cuidado, que não se rasgue a morada, para eu lhes responder de volta", pediu-me.) e voltei para o meu lugar, mas já não consegui tirar os olhos daquela figurinha frágil, provavelmente com algum problema psicológico/neurológico (como a maioria das mulheres ali), mas com um ar de avózinha querida. Leu o postal e mostrou-me a capa de longe. Tinha um gato em relevo e eu disse-lhe que era muito giro. Depois calou-se durante uns minutos, a olhar para as mãos. Interrompeu o silêncio com um soluço e disse para si própria: "estou muito sozinha". Fiquei com o coração em mil bocadinhos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

pequeno-almoço.

Se há coisa que é capaz de me pôr feliz pela manhã é o pequeno-almoço, oficialmente a minha refeição preferida do dia, mesmo que durante a semana tenha que ser tomado mais à pressa. Apesar de preferir ir ao ginásio de manhã antes de tomar o pequeno-almoço (caso contrário, dá enjoo), não consigo sentar-me na secretária e começar o dia de trabalho sem ele. E tem que ser bom.

Agora, com a mudança de estação, troquei o chá e as torradas por batidos de morango ou meloa, bem fresquinhos, com duas tostas integrais, umas vezes com fiambre de perú, outras vezes com manteiga. Rápido, saudável e juro que me sabe tão bem!


Entretanto, já perdi três quilos em quase dois meses. Só me falta mais um (ou dois, vá!) para ficar como eu quero. O Verão que me aguarde.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

sem título.


“Amor não tem garantia mas tem devolução. Pode começar do nada, pode acabar de repente, pode não ter fim. Mas tem sempre o meio. O amor é isso que você está vendo: Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.” (Caio Fernando Abreu)

Londres.

Londres é entrar num autocarro e ouvir todas as línguas ao mesmo tempo. Italiano, espanhol, português, chinês, francês e, com sorte, o inglês de sotaque britânico. É ver museus lindos com mega exposições à borla. É ter sempre uma loja onde queremos entrar, um bar onde podemos sentar-nos para beber qualquer coisa, um restaurante para cada nacionalidade, um evento a acontecer, um bairro com o seu estilo próprio. É andar quilómetros o dia inteiro e nem dar por isso, é tentar decorar todas as ligações do metro, é aproveitar a vista do 2º piso dos autocarros. Londres é ficarmos contentes com temperaturas de 17 graus, só porque está sol e não chove. Londres é Oxford Street, Regent Street, New Bond Street, Piccadilly Circus, Convent Garden, Westminster e as Houses of Parliament, é o Big Ben, é o London Eye, é Chinatown, é Notting Hill e o Portobello Road Market...
Em quatro dias fica ainda bastante para ver de Londres (Camden e o Tate Modern, por exemplo), mas voltei para Lisboa mais contente. Uma cidade que queria conhecer há bastante tempo e que não me desiludiu minimamente. Para voltar, um dia.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

parece que amanhã volto para Lisboa.

Mas trago uns bebés novos na mala. E uns brincos, um colar, um anel e uma camisa. Entre os recuerdos do costume para oferecer lá em casa. More updates soon.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

e em poucas horas...

Here I go!

Quando marquei esta viagem há uns meses tive a sensação de que ia precisar dela por esta altura. E preciso, muito mesmo. Sair daqui, espairecer, ver coisas novas, fazer compras(!). Não vai estar calor como em Lisboa, mas sei que vou adorar. E posso finalmente riscá-la da lista das dream trips.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

a taste of summer days.

Hoje cheirou a Verão. Deixei os casacos no armário, andei de manga curta e usei sandálias. E a verdade é que trabalhei que nem uma mula, não parei um segundo até às 20h30 e estou completamente exausta... Mas este tempo traz-me uma motivação tão diferente. Acho que já podemos dar o Inverno por encerrado, não?

terça-feira, 8 de maio de 2012

e, mesmo com tudo de mau a acontecer, não consigo evitar pensar que a MJ é uma sortuda.

‎"Casei com o meu amor e o meu amor tornou-se a minha mulher, minha em tudo, para tudo, para sempre. E eu, finalmente, consegui divorciar-me de mim e deixar de ser tão triste e aborrecidamente meu, trocando-me no melhor negócio do século, por ela." - Miguel Esteves Cardoso

Quem não quereria um amor assim? O Miguel Esteves Cardoso escreve sobre Amor como ninguém e é por isso que gosto tanto de o ler, sobretudo quando escreve sobre a Maria João. Sempre gostei de ler e reler todos os textos e crónicas em que ele escreveu sobre o amor que tem por ela. Sempre que encontro um deles pela internet - quer já tenha lido ou não - agarro-me a cada palavra do princípio ao fim, comovo-me, sorrio, suspiro... Poucos são os que falam tão bem do amor - e do seu amor - como o MEC. Já são 20 anos de amor e ele ainda descreve tudo e fala da Maria João como se estivesse apaixonado há um mês... Quem não quereria um amor assim?
Fiquei especialmente sensibilizada com a de Novembro do ano passado, quando ela deu novamente entrada no IPO, após saber que o cancro, supostamente vencido em 2010, tinha voltado mais uma vez: "Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Chorar em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte. É o contrário do luto. Volta para mim."
E é por este amor e pelo amor que eu própria tenho aos meus que já passaram por situações semelhantes, que só desejo muita força à Maria João. Aposto que, à conta destes textos, há cada vez mais pessoas a rezarem por um milagre. Deus não poderá fingir que não viu.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Playboy à portuguesa.


Diz que a Playboy com a Rita Pereira saiu hoje e não há nem um mamilo à mostra.
Homens melindrados deste país, uni-vos!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

feira do livro



Com muita sorte, apanhei bom tempo e boas promoções, por isso consegui comprar alguns livros que tenho curiosidade em ler há já algum tempo. Ainda ficaram a faltar bastantes, mas infelizmente o orçamento não dá para tudo. Vou ter que ler a pilha de livros que tenho em casa, para depois me sentir livre para comprar mais uns tantos.

Gostava era que começassem a organizar a Feira do Livro em meses mais secos, tipo Maio ou Junho, e não em Abril, que é provavelmente o mês mais chuvoso do ano. Estas semanas de chuva não são nada convidativas a dar um passeio pelo Parque Eduardo VII, muito menos para andar a ver e comprar livros.