segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
eu sei, sou teimosa.
Duas semanas com tosse de cão. E cada vez mais constipada.
Estou quase convencida de que tenho de ir ao médico.
Estou quase convencida de que tenho de ir ao médico.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
boxe, round 2.
Ontem lá fui para a minha segunda aula de boxe. Desta vez tinha mais cromos - pessoas que já fizeram mais de cinco aulas na vida e se acham profissionais, entenda-se -, por isso acho que o professor puxou mais pela turma. Corridas, saltos, agachamentos, flexões e murros no ar, agora pára, agora repete tudo e mais depressa. Mesmo que habituada a fazer desporto, no fim do aquecimento já estava a amaldiçoar-me por me meter nestas coisas. E mais ainda por ter ficado atrás de uma daquelas sport freaks que gostam de gritar e assobiar.
Resultado: As mãos continuam doridas e preciso, sem falta, arranjar umas luvas como deve ser mas com um preço simpático - suponho que estas da Cleto Reyes que a Jennifer Lopez está a usar sejam mega profissionais e mega caras. As costas voltaram a doer o que, no caso de não estar gravemente lesionada, pode ser um sinal positivo, mas as pernas já se aguentaram melhor e estão, por enquanto, livres de sofrimento. A verdade é que, para meu grande espanto, estou a gostar mesmo disto e vou continuar.
Resultado: As mãos continuam doridas e preciso, sem falta, arranjar umas luvas como deve ser mas com um preço simpático - suponho que estas da Cleto Reyes que a Jennifer Lopez está a usar sejam mega profissionais e mega caras. As costas voltaram a doer o que, no caso de não estar gravemente lesionada, pode ser um sinal positivo, mas as pernas já se aguentaram melhor e estão, por enquanto, livres de sofrimento. A verdade é que, para meu grande espanto, estou a gostar mesmo disto e vou continuar.
Mas se calhar optava por um Yoga ou um Body Balance de vez em quando, só para variar.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
já começamos tarde, mas: to do list 2012, #1.
"Cenas da Vida Conjugal", uma peça de Ingmar Bergman, no Teatro Nacional D. Maria II.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
vá-se lá perceber.
Para começar o Verão foi um drama. No dia 21 de Junho os dias ainda estavam bem frescos e, durante os supostos meses mais quentes, contam-se pelos dedos as belas noites estivais de que eu tanto gosto. Agora, o Outono começou certinho direitinho no dia 21 de Setembro.
Acho isto tão mal, São Pedro.
Acho isto tão mal, São Pedro.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
outro desporto que me agrada bastante.
Caminhada de 30 minutos até ao Lidl para ir comprar chocolate. Check.
sim, boxe.
Troquei de ginásio há pouco tempo e decidi alterar algumas rotinas. É bom mudar, o corpo habitua-se às rotinas de treino e depois não evolui para lado nenhum. Algumas modalidades continuo a fazer sempre que posso, abandonei outras durante os próximos tempos e substituí outras tantas. Até já experimentei Hidroginástica, mas confesso que não é bem aquilo que eu gosto.
Agora, decidi entrar no Boxe, por curiosidade. Nunca fui muito de gostar de desportos de pancada, mas, depois de ter ficado a observar uma das aulas, fiquei com vontade de experimentar. E na quarta-feira foi o dia. Gostei muito, é super puxado e óptimo para descarregar energias, mas desde então que mal me mexo. Doem-me as pernas, os braços, as mãos (primeira aula, é óbvio que não levei luvas) e as costas. Desistir? Não. Quarta-feira lá estarei outra vez. Vou comprar umas luvas!
Agora, decidi entrar no Boxe, por curiosidade. Nunca fui muito de gostar de desportos de pancada, mas, depois de ter ficado a observar uma das aulas, fiquei com vontade de experimentar. E na quarta-feira foi o dia. Gostei muito, é super puxado e óptimo para descarregar energias, mas desde então que mal me mexo. Doem-me as pernas, os braços, as mãos (primeira aula, é óbvio que não levei luvas) e as costas. Desistir? Não. Quarta-feira lá estarei outra vez. Vou comprar umas luvas!
das grandes jantaradas à portuguesa.
"Tenho um amigo que navega muito em sites estrangeiros
por questões terapêuticas. Em vez de ir ao psicólogo recompor-se das
agruras encontrou um método mais barato: passa os olhos por
oportunidades de carreira fora de Portugal e assim mantém uma perspetiva
equilibrada sobre a realidade. O que ele descobriu é bom: nem todos os
países têm um outlook tão negro como o nosso - há negócios, há
crescimento, há emprego por esse mundo fora -, e só perceber isso já é
um grande alívio.
Esta semana, por exemplo, a Economist publicava um anúncio de emprego inesperado. A Rainha de Inglaterra - na verdade o Ministério das Finanças - acaba de lançar um concurso para o cargo de governador do Banco Central de Inglaterra. O atual governador, Marvyn King, termina o mandato em junho, é preciso encontrar um substituto e nada melhor do que um anúncio para escolher o mais capaz. Quem souber de macroeconomia e for "bom comunicador" (cito o reclame) pode enviar o CV. Deixo aqui o e-mail: boe.governor@hmtreasury.gsi.gov.uk.
Por razões evidentes, não estou a pensar em Gaspar. Estou apenas a confirmar que somos especiais. Não me lembro de uma única oferta de emprego para cargos de topo nacionais. Nem no Banco de Portugal, nem em qualquer regulador, nem sequer em empresas públicas. Julgo até que poderia ser considerado perigoso um anúncio assim. Nós temos outro método de escolha. Resolvemos tudo em segredo, a meio de uma jantarada, e é nessa atmosfera íntima que se estabelece a cumplicidade que garante o êxito de Portugal.
Este método de recrutamento tem imensas vantagens. Não se perde tempo com maçadas: pesquisas, entrevistas, etc. Os candidatos são quase sempre os mesmos, capazes até de acumular responsabilidades extraordinárias em sectores da mais diversa natureza. E há sempre uma justificação para as contratações: uma relação direta entre o contratado, quem contrata e a confiança pessoal que unirá os dois para sempre. É uma forma muito particular de transparência em assuntos do Estado.
Nos próximos dias, só para dar um exemplo,
vamos ficar a saber quem são os administradores nomeados pelo Governo
para o BCP e o BPI. São lugares muito relevantes que permitem estar onde
ainda está algum dinheiro. Não falta gente capaz de os desempenhar.
Gente que sabe de banca, risco de crédito e essas minudências. O
problema é que estes gestores (em regra) não jantam com as pessoas,
digamos, mais adequadas. Resta-lhes navegar na Internet e ler os
classificados da Economist. Talvez um dia se safem ao serviço da Rainha."
(André Macedo, in Diário de Notícias)
Eu sei que, apesar de hoje até ser dia de manifestação, normalmente as
sexta-feiras não são para deprimir, mas este texto é tão verdade que não
podia deixar de partilhar. Esta, por acaso, foi uma questão que
já me coloquei diversas vezes. Porque raio não são contratadas pessoas com
verdadeiro mérito para os altos cargos da sociedade e das empresas?
Porque é que não há um procedimento normal de candidatura e avaliação do perfil desses candidatos? Porque é que são sempre os mesmos, sempre a rodar, sempre a acumular
funções, só porque se sentam nas mesas certas com as pessoas certas? Não haverá melhores
pessoas, com mais qualificações (e, quem sabe, menos ganância) e experiência para
esses cargos? E quem pensa que isto podia ser um mal do mundo inteiro e
não só de Portugal, pode ver o exemplo dado pelo Ministério das Finanças
inglês e sentir que se calhar temos andado todos a dormir demais por aqui.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
15/09/12.
Há quem possa criticar e há quem ache que não resolve nada, mas no dia 15 de Setembro o povo, na sua maioria, veio para a rua manifestar-se. E o povo não se organizou em torno de um partido político, não foi incentivado por palavras de nenhum deputado, não se moveu por nenhuma bandeira. Esta manifestação não foi só contra as recentes medidas deste governo PSD, foi acima de tudo contra toda uma classe política que durante anos se esteve positivamente cagando para os reais interesses do país. Somos um povo pacífico, é sabido, mas se calhar temos sido quase mudos. E cegos. E surdos. Não basta queixarmo-nos entre paredes, não basta mostrarmo-nos muito zangados nas redes sociais. Fiquei orgulhosa por ver as pessoas juntarem-se desta forma - as fotos aéreas das avenidas em Lisboa e no Porto são magníficas - e lamento alguns comentários tacanhos que já ouvi. Acho que alguma coisa está a mudar na consciência das pessoas. Ou pelo menos quero acreditar que sim. O poder ainda pode ser do povo.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
o amor é fodido.
Estou a lê-lo agora, pela primeira vez. O Miguel Esteves Cardoso sabe como dar facadinhas nos corações alheios.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
Gabriela, Cravo e Canela.
Não sou do tempo da Sónia Braga, mas li o livro do Jorge Amado e apaixonei-me de tal maneira pelas personagens que decidi que, um dia, havia de chamar Gabriela a uma filha minha. Não sei se alguma vez esse plano vai andar para a frente, mas sei que a partir de amanhã estou oficialmente colada à ficção brasileira, para ver todos os episódios da nova "Gabriela, Cravo e Canela" com a maravilhosa Juliana Paes. Vamos lá ver se me enche as medidas.
sábado, 8 de setembro de 2012
after 19h20.
Mais cortes. Mais contenção. Mais austeridade. Mais contar trocos.
Mais dinheiro para o bolso de um governo que não tem criatividade para melhor que isto.
Menos sonhos. Menos possibilidades. Menos vontade.
Mais pessoas com menos vontade de por cá ficar. Até eu.
Mais dinheiro para o bolso de um governo que não tem criatividade para melhor que isto.
Menos sonhos. Menos possibilidades. Menos vontade.
Mais pessoas com menos vontade de por cá ficar. Até eu.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
hello, changes.
É incrível como há coisas muito pequeninas que nos podem mudar a disposição, pequenas e aparentemente insignificantes mudanças na rotina que nos deixam com outra motivação. Esta semana, mudei de parque de estacionamento (depois de um ano, consegui uma vaga), ficando agora mais perto do escritório, e só isso fez com que eu fosse mais animada para o trabalho. Pode parecer meio estúpido, mas é verdade.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
hello, shopping afternoon.
Ontem baldei-me ao treino no ginásio e fui visitar a Zara. Ia ficando maluca, tantas coisas que queria trazer comigo... e um orçamento tão reduzido. Decidi-me pelas peças que gostava mais e que sabia que ia usar até mais não. Estou contente.
A visita ao shopping foi acompanhada da J. e do meu sobrinho F. que já tem seis meses e é tão giro, mas tão giro, que desperta todo um novo ser em mim. Um ser que gosta de baba e cheiro a leite azedo. Jamais pensei em andar às compras com um bebé no braço e um bocado de iogurte bolsado na camisola. Mas aconteceu.
A visita ao shopping foi acompanhada da J. e do meu sobrinho F. que já tem seis meses e é tão giro, mas tão giro, que desperta todo um novo ser em mim. Um ser que gosta de baba e cheiro a leite azedo. Jamais pensei em andar às compras com um bebé no braço e um bocado de iogurte bolsado na camisola. Mas aconteceu.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
hello, September.
Aproveitei mais alguns dias no final de Agosto para tirar férias (uma semana e um dia, para ser mais exacta) e regressei ao trabalho na terça-feira passada com aquele sabor amargo de fim de Verão. Tinha sido uma semana tão boa, com muita praia e piscina, encontros com amigos, tempo com a família e umas belas noites no Algarve, que voltei para o trabalho com aquela nostalgia horrível, a desejar que fosse Junho outra vez e pudesse recomeçar. Mas parece que Setembro não vai ser o fim do Verão, mais uma vez. Depois de quatro dias de trabalho, passámos o fim-de-semana em casa da N e fomos brindados com dois dias maravilhosos na Praia das Bicas. Muito calor, um mar óptimo e um pôr-do-sol de ir às lágrimas.
Meu querido mês de Setembro, deixa-te ficar assim, está bem?
terça-feira, 28 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
já sei porque ando com insónias.
Hoje pus-me a fazer contas e ando a beber uma média de cinco cafés por dia.
Que besta quadrada.
Que besta quadrada.
insónias.
Eu ando cansada, mas quando vou para dormir... nada.
Quando finalmente adormeço, acordo de hora em hora.
Resumindo, há dois ou três dias que não durmo nada de jeito e de manhã é uma tortura para sair da cama.
Quando finalmente adormeço, acordo de hora em hora.
Resumindo, há dois ou três dias que não durmo nada de jeito e de manhã é uma tortura para sair da cama.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
pufff.
Durante o dia tenho a cabeça a fervilhar de coisas, sinto que tenho mil coisas para escrever aqui quando chegar a casa. Mas quando chego, muitas horas depois, cansada de trabalho e ginásio, não me apetece ir buscar nenhuma dessas mil ideias, não me apetece deitar nada cá para fora, não me apetece escrever nem uma linha. Acabo por desistir e guardo tudo para mim.
Mas vim aqui queixar-me sobre isso, já é uma sorte.
E agora vou dormir, boa noite.
E agora vou dormir, boa noite.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
wish me luck.
Depois de sete anos de ginástica desportiva e acrobática, de mais uns aninhos de aulas de hip-hop e ao fim de quatro anos de idas religiosas ao ginásio, com aulas de saltos, pesos, pontapés e abdominais... Hoje vou fazer a minha primeira aula de Hidroginástica. A mais temida de todas. Isto porque odeio toucas (apesar de compreender toda a questão dos cabelos a boiar, aquelas coisas apertam-nos a cabeça e parecemos umas focas), tenho medo que as outras alunas façam xixi na água (e eu, eventualmente, acabe por engolir um bocadinho) e que o cloro da piscina me faça alergia nos olhos ao ponto de ficarem todos vermelhos e a doer (traumas de infância). É bom que seja uma aula cheia de potencial tonificante, porque senão acho que não vale a pena a carga de nervos.
finalmente.
Finalmente, uma noite de Verão. Ficarmos no Miradouro de S. Pedro de Alcântara, sem casacos, de cerveja na mão e uma boombox aos nossos pés até às duas da manhã (*).
Agora é continuar assim até finais de Outubro. Afinal de contas, não tem sido um Verão à séria, merecemos, pelo menos, que ele dure mais tempo (sim, São Pedro, isto é contigo).
Agora é continuar assim até finais de Outubro. Afinal de contas, não tem sido um Verão à séria, merecemos, pelo menos, que ele dure mais tempo (sim, São Pedro, isto é contigo).
(*) sair da cama hoje é que foi mais complicado, mas isso é outra história
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
andei ausente, mas por boas razões.
Fazendo uma pausa na época de festivais e concertos (e é mesmo só uma pausa), chegou a época de férias. Depois de Londres e Roma, fiquei-me por terras lusas e aproveitei à grande as praias da Caparica, da Costa e do Algarve. Não foi tudo perfeito, mas foi uma boa semana e deu para tirar a cabeça do trabalho, dormir muito, comer bem, tostar (e bem!) a pele ao sol e estar com as minhas pessoas. Quero mais. E já não falta muito...
![]() |
| boas noites, boa sangria, bom peixe e boa praia = happiness ♥ |
Publicada por
Cate
à(s)
8/07/2012 02:30:00 da tarde
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domingo, 22 de julho de 2012
e na quinta-feira...
... vi o melhor concerto do ano (eu sei, o ano ainda não acabou, mas estou mesmo a arriscar que este vai ser o melhor): Erykah Badu, no Cascais Music Festival. Eu já a esperava há alguns anos e estava com medo de ficar meio desiludida, como fiquei com a Lauryn Hill no Festival dos Oceanos. Mas não. Foram duas horas de soul que passaram a voar e ninguém queria sair do recinto; nem o público, nem a banda. O concerto abriu com a "20 Feet Tall", do álbum mais recente, e terminou com a mítica "Bad Lady". Pelo meio, "Appletree", "Out My Mind, Just In Time", "Certainly", "The Healer", "On & On", "Think Twice", "Didn't Cha Know?", entre outras, marcaram a setlist do concerto... Ficaram a faltar só a "Tyrone" (que ela improvisou um bocadinho em formato house), a "Honey" e a "Window Seat", da lista das minhas preferidas.
Durante a última música, a Queen Badu desceu do palco e juntou-se ao público, deu abraços, estendeu o microfone para que todos cantassem, fez crowdsurfing e deixou os sapatos no meio da multidão. No final, a banda virou as costas para o público, mostrando uma sequência de letras nas costas das t-shirts que formavam a frase "I Love You".
Que voz, que estilo, que mulher! Pela actuação e pelo ambiente que estava no Hipódromo Manuel Possolo - todos cantavam e todos dançavam -, valeu todo o dinheirinho gasto no bilhete. Adorei e fiquei ainda mais fã. Por mim pode voltar que eu lá estarei outra vez. E, outra vez, na fila da frente.
Durante a última música, a Queen Badu desceu do palco e juntou-se ao público, deu abraços, estendeu o microfone para que todos cantassem, fez crowdsurfing e deixou os sapatos no meio da multidão. No final, a banda virou as costas para o público, mostrando uma sequência de letras nas costas das t-shirts que formavam a frase "I Love You".
Que voz, que estilo, que mulher! Pela actuação e pelo ambiente que estava no Hipódromo Manuel Possolo - todos cantavam e todos dançavam -, valeu todo o dinheirinho gasto no bilhete. Adorei e fiquei ainda mais fã. Por mim pode voltar que eu lá estarei outra vez. E, outra vez, na fila da frente.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
era um café e um ben-u-ron, se faz favor.
Domingo foi dia de voltar ao "mood festivaleira", desta vez com o Optimus Alive. Estava completamente cheio, pedir uma cerveja nas bancas da Heineken era uma saga e tive que optar pela barraquinha de hamburgueres mais vazia (e não comer aquelas massas chinesas óptimas, que era o que me apetecia) para jantar a horas decentes antes de ficar retida no meio da multidão que queria, desesperadamente, ver Radiohead.
Mas foi bom, foi tão bom. Radiohead, SBTRKT e Metronomy foram, para mim, as grandes actuações da noite.
Não sou grande fã da banda do Thom Yorke, mas, movida pela curiosidade de ver uma banda tão mítica em palco, deixei-me ficar. A maioria das músicas eram-me relativamente desconhecidas, mas - ainda que ele tenha optado por uma setlist meio deprê - conforme ia ouvindo, ia gostando. Não tocaram aquela que gosto mais - True Love Waits - mas gostei do espectáculo que ofereceram. Quase no fim de Radiohead, corri para o palco Heineken, para conseguir ver SBTRKT, que não me deixaram ficar nada mal. Tinha grandes expectativas, porque adoro as músicas e foi o melhor remédio para o mood meio depressivo de Radiohead. Depois de The Kills - que infelizmente não consegui ver, a tenda estava demasiado cheia e não estava com vontade de andar aos empurrões - chegaram os Metronomy, quase às 3h30, que fecharam a noite em grande. Fica ainda uma nota positiva para os The Kooks, os The Maccabees e para a Da Chick, que animou a actuação (meio house aborrecidinho, infelizmente) da dupla de DJ's portuguesa Xinobi e Moullinex.
As dores de garganta e a tosse continuam a persistir e, é claro, as poucas horas que dormi foram terríveis. Ou seja, hoje o dia de trabalho não promete nada de fantástico. Hoje não há ginásio, não há lanches, não há nada. Só quero chegar a casa e enterrar-me no sofá. Só.
Mas foi bom, foi tão bom. Radiohead, SBTRKT e Metronomy foram, para mim, as grandes actuações da noite.
Não sou grande fã da banda do Thom Yorke, mas, movida pela curiosidade de ver uma banda tão mítica em palco, deixei-me ficar. A maioria das músicas eram-me relativamente desconhecidas, mas - ainda que ele tenha optado por uma setlist meio deprê - conforme ia ouvindo, ia gostando. Não tocaram aquela que gosto mais - True Love Waits - mas gostei do espectáculo que ofereceram. Quase no fim de Radiohead, corri para o palco Heineken, para conseguir ver SBTRKT, que não me deixaram ficar nada mal. Tinha grandes expectativas, porque adoro as músicas e foi o melhor remédio para o mood meio depressivo de Radiohead. Depois de The Kills - que infelizmente não consegui ver, a tenda estava demasiado cheia e não estava com vontade de andar aos empurrões - chegaram os Metronomy, quase às 3h30, que fecharam a noite em grande. Fica ainda uma nota positiva para os The Kooks, os The Maccabees e para a Da Chick, que animou a actuação (meio house aborrecidinho, infelizmente) da dupla de DJ's portuguesa Xinobi e Moullinex.
As dores de garganta e a tosse continuam a persistir e, é claro, as poucas horas que dormi foram terríveis. Ou seja, hoje o dia de trabalho não promete nada de fantástico. Hoje não há ginásio, não há lanches, não há nada. Só quero chegar a casa e enterrar-me no sofá. Só.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
é sexta-feira (yeah?).
E eu cheia de tosse, com os pulmões já a doerem do esforço, completamente sem ânimo para sair da cama. É o que dá achar que um festival de música em pleno mês Julho é um festival de Verão e que posso andar de calções e top à noite (como sempre fiz!)...
E por falar em festivais, já saiu mais uma "Espécie de Reportagem" da Punch, desta vez sobre o SBSR'12, com um enviado muito especial. A música de fundo é a "Deixar Cair", dos Salto, uma das melhores bandas portuguesas que por aí andam. Não conhecem a Punch? Não conhecem os Salto? Então prestem atenção:
Foi a minha primeira vez num SBSR no Meco, mas até a mim me pareceu um festival meio fantasma. Não havia filas para nada: nem na estrada, nem no estacionamento, nem para comer e às vezes nem tínhamos que nos esforçar muito para chegar à primeira fila em frente ao palco. Não me chateia muito não ter que esperar horas para fazer alguma coisa e também não me chateia muito não estar a comer pó todos os dias, mas a verdade é que também é um bocado triste ver um festival de música tão vazio. Parece-me que a organização está a pagar pelos erros dos últimos anos, juntando a isso um cartaz ligeiramente mais fraquinho e, claro, a boa da crise económica.
Para mim, os melhores em palco foram Oh Land, Little Dragon, Aloe Blacc, Salto, Capitão Fausto, Skrillex, Friendly Fires e St. Vincent (que não conhecia e passei a gostar). Estava com boas expectativas para Peter Gabriel e para Regina Spektor e, de facto, eles são artistas maravilhosos, mas saíram prejudicados; não senti que o ambiente daquele festival fosse o mais adequado para a mega orquestra do Peter Gabriel e a Regina Spektor saiu especialmente prejudicada pela hora a que tocou (eram 2h da manhã e ela ainda estava ao piano), sendo que a seguir entravam os Skrillex. Foi jazz seguido de dubstep... Enfim, uma salganhada de estilos musicais que não se percebeu. Mas Skrillex foi o único que conseguiu efectivamente levantar o pó do recinto da Herdade do Cabeço da Flauta.
Para mim, os melhores em palco foram Oh Land, Little Dragon, Aloe Blacc, Salto, Capitão Fausto, Skrillex, Friendly Fires e St. Vincent (que não conhecia e passei a gostar). Estava com boas expectativas para Peter Gabriel e para Regina Spektor e, de facto, eles são artistas maravilhosos, mas saíram prejudicados; não senti que o ambiente daquele festival fosse o mais adequado para a mega orquestra do Peter Gabriel e a Regina Spektor saiu especialmente prejudicada pela hora a que tocou (eram 2h da manhã e ela ainda estava ao piano), sendo que a seguir entravam os Skrillex. Foi jazz seguido de dubstep... Enfim, uma salganhada de estilos musicais que não se percebeu. Mas Skrillex foi o único que conseguiu efectivamente levantar o pó do recinto da Herdade do Cabeço da Flauta.
Lana del Rey, apesar de continuar a achá-la uma artista mediana, superou as expectativas de quem, como eu, esperava um flop ao estilo Amy Winehouse. O álbum - de que gosto muito - foi quase todo cantado, só tive pena que ela não incluísse a "Off to the Races". MIA era muito esperada e foi giro para animar, mas a qualidade do som estava uma porcaria e fazia-nos comichão nos ouvidos. Hanni el Khatib e The Rapture também estiveram bem, mas acho que foram, infelizmente, prejudicados pela falta de ânimo da plateia (um concerto meio vazio não tem tanta pica, nem para o público, nem para os próprios artistas). Espera-se que para o ano as coisas melhorem...
E pela frente ainda temos Optimus Alive e Erykah Badu. Let's roll.
E pela frente ainda temos Optimus Alive e Erykah Badu. Let's roll.
terça-feira, 10 de julho de 2012
e não cheguei a falar disto.
Mais presentes fofinhos de aniversário. O colar piroso da Bimba&Lola, o creme de papaya da Body Shop (que apetece comer) e os três quadros com fotos de todos os meus grandes e queridos amigos (mais um cantil da SIGG giríssimo também; não encontrei foto do padrão). I'm a lucky girl.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
das licenciaturas instantâneas.
O Relvas licenciou-se em Ciência Política na Universidade Lusófona fazendo apenas quatro exames. Todas as outras cadeiras foram dadas como concluídas através de equivalências, tendo em conta a sua experiência profissional. Ou seja, dos (pelo menos) 180 créditos que o senhor Miguel Relvas necessitaria para ser licenciado, 120 foram atribuídos sem que este alguma vez tivesse posto os cascos numa sala de aulas. Porque alguém achou que aquilo que ele já tinha feito na vida dele era suficiente para as dar como feitas. E parece que, tal como ele, existem mais 89 senhores/senhoras que passaram exactamente pelo mesmo processo na mesma Universidade.
Eu acho isto um máximo. Isto sim, são as Novas Oportunidades! Agora é que vai ser ver os arrumadores de carros a tirarem licenciaturas em Gestão de Espaços. Ou as pessoas com mais dificuldades monetárias a doutorarem-se em Economia ou Finanças pela sua vasta experiência em gerir o pouco dinheiro que o Estado não lhes chupa todos os meses.
Estamos entregues aos bichos. É só o que me ocorre.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
sensação boa.
Sentir que as horas perdidas, a carga de nervos e aquele friozinho na barriga valeram a pena.
Irmos completamente exaustos para a cama, mas com a sensação de dever cumprido.
A felicidade também é feita destas coisas.
Irmos completamente exaustos para a cama, mas com a sensação de dever cumprido.
A felicidade também é feita destas coisas.
terça-feira, 3 de julho de 2012
O Astro.
Esta nova novela da SIC é um poço de drama. E ainda só vão no 2º episódio.
Não sei se aguento.
Não sei se aguento.
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