quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Plano para os próximos dois dias, capítulo 2.


Mealhada, Luso, Anadia, Coimbra. Dormir no Hotel do Bussaco (na foto). Ser obrigada a comer leitão da Bairrada (que eu não gosto lá muito, mas pronto, é só uma vez). Beber uns bons vinhos. Dormir pouco e andar muito. Apanhar frio e/ou chuva, muito provavelmente. Beijinhos, abraços e até Sábado.

Das metáforas do Saramago e das catástrofes naturais.

No Haiti, já não existem casas, hospitais, esquadras de polícia, igrejas e, de momento, nem electricidade. Enquanto que uns ajudam a salvar pessoas e retirar mortos dos escombros, outros choram e gritam e, os mais monstruosos, roubam e incendeiam o que resta, como se isso lhes fosse valer de muito numa cidade em ruínas. Curiosamente, ontem acabei de ler "O Ensaio Sobre A Cegueira", do Saramago e, parvoíce minha ou não, encontro muitas relações entre o livro e aquilo que se vê acontecer no Haiti (e não só, claro). A cegueira é no livro uma metáfora da desumanização, do homem reduzido a um estado de indignidade tal que o faz despertar para um estado animal, de crueldade, violência e de sobrevivência do mais forte. É assim que vejo, pela televisão, a situação dos habitantes daquele pedacinho de ilha. Habitantes de um país que está em guerra há anos, já quase nem devem saber porquê, vêem-se reduzidos a quase nada, sentados nas beiras dos passeios sem saberem para onde ir, enquanto que outros ainda se contentam com pilhagens. Mas, tal como descreve Vítor Aguiar e Silva na contracapa do livro, "no meio desta catástrofe horrenda, no meio de tanta miséria física e moral, de tanta dor e tanta aflição, a esperança do homem ainda guarda sentido, alimentada por uma tenaz consciência moral, pela capacidade espantosa de sacrifício e pela generosidade de alguns (...)". Felizmente, há quem queira ajudar, não só habitantes locais, mas também de outros países, seja por motivações religiosas, políticas ou por pura compaixão. Felizmente, existe a Cruz Vermelha, que foi a primeira a ter uma equipa destacada para o local e que, a par de outras organizações humanitárias ajuda quem mais precisa em todo o mundo. Felizmente, existem ainda pessoas que, não podendo ajudar fisicamente, vão querer doar dinheiro para a reconstrução. Felizmente, no meio do egocentrismo que faz o mundo de hoje girar (ou não), ainda existem pessoas que conseguem fazer a diferença.  "E após a expiação, o sofrimento inumano e a morte de muitos, os cegos começaram de novo a ver...".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

First trip of the year, booked!



Nos vamos a Madrid en febrero! Guaaaay!

Quais as probabilidades...


... de, quinze minutos depois de ter lá passado, anunciarem na rádio que a estrada foi cortada devido às cheias? Com um bocadinho de atraso hoje não tinha vindo trabalhar. E eu, que estou sempre atrasada, hoje saí a horas certas (porquê?!)! Logo hoje que era um dia tão bom para ficar em casa, debaixo dos cobertores, a ouvir a chuvinha lá fora. Maldito tempo...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Gran Torino. Grande Eastwood.


Ontem decidi não gastar os meus neurónios com mais uma gala dos Ídolos. Aproveitei que tenho um disco externo cheio de filmes por ver, fui para a caminha com o meu computador e escolhi o "Gran Torino". Pensei que o filme era só sobre um carro, por causa do título, mas enganei-me. Já tinha dito que tenho uma fraqueza com filmes de animais, gordinhos e/ou velhinhos? Pois bem, acabei por chorar um bocadinho no fim (o que é que se passa comigo, meu Deus?!). Neste filme, Clint Eastwood interpreta (na perfeição) Walt Kowalski, um velho rezingão, veterano da guerra na Coreia, ex-empregado da Ford, patriota, que olha chineses e pretos de lado e não tem medo de dizer o que pensa a quem quer que seja. O seu passado marca-o, a morte da mulher fragiliza-o, afastamento dos filhos afecta-o e, quando tudo isto se torna perceptível, começamos a ver nele uma personagem muito humana, sentimos ternura e compaixão. No entanto, Walt acaba por baixar as defesas ao conhecer melhor os seus (odiados) vizinhos asiáticos, tentando resolver os seus problemas e defendê-los dos gangues que atormentam a comunidade. Como vai sendo habitual nos filmes do realizador (como "Million Dollar Baby" ou "Mystic River"), há sempre o momento da redenção, normalmente aliado à morte de alguém. A história é simples, mas leva-nos inevitavelmente a filosofar sobre a vida, religião, morte, enfim, dava para ficar aqui a escrever infinitamente. Gostei e gosto do Clint Eastwood, pronto.

Querido S. Pedro...

... Já que está um frio do caraças, bem podias alegrar-nos e dar-nos um bocadinho de neve aqui em Lisboa. Mas só um bocadinho, que eu bem sei que a neve, se não estivermos numa estância de ski, só é gira nos dois primeiros dias.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Banda sonora de Domingo #16


Jay-Z feat. Alicia Keys - "Empire State of Mind"
Já que hoje tenho muito trabalho para fazer, ao menos que seja ao som de uma música assim. Adoro.

Second Life.


Eu sei que já falei sobre este assunto, mas volto a sublinhar que não percebo porque é que os filmes portugueses têm que ser sempre a mesma coisa. Eu estava curiosa em relação ao Second Life e ontem à noite aproveitei o TVC4 para ver o que é que este tão falado filme teria de especial. Infelizmente, acabei por concluir que é mais do mesmo. Temos gajas boas? Temos (avé Liliana Santos). Temos gajas boas despidas? Ah pois temos. Temos o Nicolau Breyner? Obviamente que sim (e vá lá que desta vez não faz papel de corrupto). Temos argumentos fraquinhos e histórias sem sabor? Sem sombra de dúvida. O pior de tudo é terem posto o Ruy de Carvalho a fazer de Karl Lagarfeld (urgh!). Lado positivo: Pelo menos não gastei dinheiro nisto.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Realmente...

... Uma pessoa passa dois dias completamente isolada do mundo da internet e dos blogues e, mal chega a Lisboa e liga o computador, depara-se com isto. What tha...? Caríssima Clara Pinto Correia, a menina escreveu no seu conto que a «companhia íntima dos homens já me desiludiu que chegue e a das mulheres não me interessa absolutamente nada», não foi? Pois fique sabendo que a mim não me interessa mesmo mesmo nada saber detalhes (visuais, sobretudo) sobre o seu êxtase sexual (e tão pouco sensual). E eu que comi tão bem nestes últimos dois dias, neste momento sinto-me algo enjoada. Chiça!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Plano para os próximos dois dias.


Ponte de Lima. Muito trabalhinho com muito friozinho.
Mas pronto, eu até gosto de passear. Até Sábado.

Double Denim? It's a no-no!


Tenho lido em vários sites/blogues de moda que o fenómeno de usar calças de ganga com blusões de ganga está a voltar. Ora, eu aviso desde já que, pela parte que me toca, tal tradição dos anos 80/90 que marcou tão brutalmente a minha infância continuará a ser proibida. A sério, ganga com ganga? Não fica bem, seja em homens ou mulheres, e sobretudo se as duas peças forem de tons diferentes. Há umas poucas pessoas no mundo (umas 5, vá) que conseguem usar um outfit todo em ganga e ficarem bem, mas isso não é para qualquer um, portanto não se ponham a inventar. Usem uma (!!!) peça de ganga e aproveitem a vossa vida social.

Mulheres...

... botem a mão na consciência! Lá porque está frio não é desculpa para deixarem crescer os pelinhos do vosso corpo! A sério, façam depilação no Inverno. Mesmo que ninguém vos vá ver de perna ao léu ou vos vá tocar (e nunca se sabe o que a vida vos reserva), façam-no por vocês, façam-no para se sentirem mais bonitas, o que seja. E pensem - envergonhem-se, se for preciso - que há homens por aí que andam com uma depilação mais bem feita do que a vossa.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

E falando em música (da boa)...

... seguem os concertos que gostava de poder ver este ano (até agora), se conseguir esticar o dinheirinho.


Joss Stone - Coliseu de Lisboa - 15 de Fevereiro

The Arctic Monkeys - 3 de Fevereiro - Praça de Touros do Campo Pequeno (já é a segunda vez, mas não me importo)

La Roux - 13 de Março - Lux

E, como já disse, os Muse, no Rock in Rio. Agora só falta saber como vai ser o cartaz do Optimus Alive.
Ah, e ouvi dizer que os Crookers vêm cá no dia 27 de Fevereiro, mas não sei onde.. Será Lx Factory? Lux, outra vez? Alguém sabe?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Porqué no te callas?

Eu gosto de música portuguesa e acho que é importante incutir-se nas pessoas que por cá se faz música boa. Mas, apesar de cada um ter o direito às suas preferências, desgosta-me ver que demasiadas pessoas adoram estes quatro seres dos infernos. São eles:

Mafalda Veiga. Por favor, não há saco para tanta lamechice, tanta letra com tanta metáfora, sempre a mesma coisa, sempre tudo igual, do mesmo estilinho triste, de romancezinho depressivo, de coraçõezinhos bonitos e borboletinhas na barriga. Enfim. E depois rodam repetitivamente na rádio, ora é um dueto com o André Sardet, ora com o João Pedro Pais, ora com o Tiago Bettencourt. E são o quê? T-o-d-a-s-i-g-u-a-i-s-! Confesso que fui (e sou) rapariga para  ouvir a "Cada Lugar Teu" ou a "Canção de Macau", mas uma vez a cada 4 meses, nada mais do que isso. Não gosto, pronto.


André Sardet. Este, para mim, é o mais diabólico de todos. Já o vi uma vez ao vivo (quase obrigada!) e achei que o meu cérebro ia explodir. As músicas são irritantes de tão enfadonhas que são. E então aquela nova do "gosto de ti desde aqui até à lua, gosto de ti desde a lua até aqui", por amor de Deus! Seca, seca, seca.


Sónia Tavares. Esta é a mulher que faz com que a Amália esteja a dar voltas no túmulo neste momento. Assassinou a Gaivota e, para piorar, puseram-na como genérico de uma telenovela da TVI (é a sentença de morte) e ainda a põem a tocar na rádio para aí umas dez vezes por dia. Estou tão farta que fico com enxaquecas cada vez que a oiço. Além disso, acho-a um bocadinho presunçosa demais. E eu que já achei uma certa piada aos The Gift.


Também achei piada ao Tiago Bettencourt, nos tempos do primeiro álbum dos Toranja. Agora também não o suporto. Estes gajos agarram-se a um estilo, a um modo de escrever e cantar e toca a produzir músicas a nível industrial, quase tudo igual e quase tudo muito fraquinho. E depois deste novo dueto com a Mafalda Veiga - que é absolutamente deprimente - o Tiago é, para mim, um homem morto.

Call (me a) Girl.


Ontem à noite estive a ver - num zapping entre SIC e TVI - o filme português Call Girl. Primeiro, acho que a maioria já sabe e concorda, a Soraia Chaves é boa nas horas. Como actriz também não desilude (comparando com muitas que por aí andam), apesar de gostar de a ver interpretar outra coisa que não papéis de femme fatale. Também não entendo porque é que o Nicolau Breyner tem que estar em tudo o que é filme, sempre a fazer de velho tarado e mafioso. Porquê?! E, por fim, apercebi-me que me faz muita confusão a necessidade que os filmes portugueses têm de meter um ou dois palavrões a cada duas frases, como se isso tornasse a cena mais realista. Nos últimos 45 minutos de filme que vi, perdi a conta ao número de impropérios proferidos por todos os actores. Não sei se o que me choca é a quantidade de palavrões em si, porque a verdade é que nos filmes americanos também se dizem muitos. Acho que o problema é mesmo a abismal diferença de intensidade entre, por exemplo, um «Wanna fuck?» e um «Queres foder?». Ainda por cima dito pela Soraia Chaves que, verdade seja dita, é mestre a fazer ar de puta ordinária. (Aos mais sensíveis, peço desculpa pelos palavrões.)

Frase do Dia #1

"Tenho um macho alfa cá dentro" - Margarida Rebelo Pinto

domingo, 3 de janeiro de 2010

Banda sonora de Domingo #15


"One Life Stand", novo single dos Hot Chip

Vão ver.


"Avatar" - Confesso que, apesar de ser obra do sr James Cameron, estava meio desconfiada em relação a este tão falado filme. Entrei na sala de cinema com expectativas zero (até pensava que ia ser uma grande banhada) e saí de lá com um sorriso na cara. A história é um bocadinho cliché, mas não deixa de nos prender, enquanto que os efeitos especiais, os cenários, toda aquela caracterização, são capazes de nos fazer sonhar. Foi também impossível não perceber as subtis mensagens políticas que o realizador imprimiu no argumento. Adorei e acho que é daqueles filmes que vou comprar em dvd.


"Sherlock Holmes" - Gostei. No início pensei que uma versão cinematográfica da obra literária de Arthur Conan Doyle seria algo demasiado profundo e pesado. Mas não foi esse o caso, algo que, para mim, foi um alívio. O lado bom do filme deve-se, sobretudo, à interpretação de Robert Downey Jr, que conferiu uma imagem fresca ao famoso detective. O Sherlock de Downey Jr aprecia a racionalidade e a lógica, mas é ao mesmo tempo sarcástico e tem um humor negro bastante engraçado. E, surpresa das surpresas, é perito em artes marciais. Depois temos o interessante Jude Law no papel de Watson. Isto para mim também é um ponto a favor, porque eu - vá-se lá saber porquê -sempre imaginei que esta personagem fosse um senhor baixo e gordinho. E também gostei muito de Mark Strong, que interpreta o vilão da história, Lord Blackwood.

Se ainda não viram nenhum destes dois filmes, tratem de o fazer. Valem muito a pena.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O lado mau das épocas festivas...

... é que se sentem mais as ausências daqueles que, em tempos, foram as nossas presenças garantidas. Parece que, a cada ano que passa, somos menos. Menos em número e/ou menos unidos. E nestes dias, os corações sentem, ressentem-se e pesam mais do que nunca. Sente-se mais a voz que não ouvimos, a mensagem que não recebemos, o abraço que não sentimos. É por isso que tento dar pouca importância a estas datas... Quem disse que gostar das pessoas era fácil?

O meu relógio biológico ainda não faz tic tac, mas...



... vou TÃO ver este filme!
("Babies", estreia a 16 de Abril de 2010)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Retrospectiva de um 2009 agitado.




O ano de 2009 começou negro, mas acaba já com alguma cor. Foi um ano complicado, agitado, com muitas inseguranças e muitas mudanças. Mas, apesar de estar feliz por este ano acabar e depositar muita fé no ano de 2010, não considero que tenha sido um ano mau. Consegui o meu primeiro trabalho. Não é o sonho da vida, mas é bom, trabalho com pessoas fixes, faço o que gosto (escrever) e ainda vou passear de vez em quando. Ainda não sei se é bem isto que quero da vida, porque entretanto já me apaixonei pelo turismo, pelas marcas, pelo marketing e até já deitei um olhinho enamorado à fotografia. Felizmente ainda tenho uma idade em que me posso dar ao luxo de experimentar. Por isso olho para o novo ano como uma possibilidade de viver coisas novas, coisas que goste e que me façam decidir de uma vez por todas «o que quero ser quando for grande». Graças ao meu trabalho, comprei o meu primeiro carro e será escusado dizer que o adoro. Fiz um blog novo. Fui ao Porto pela primeira vez. Tive o meu primeiro Verão sem férias. Vi o Dave Matthews em palco pela segunda vez. Delirei com Fischerspooner e The Ting Tings no Optimus Alive. Entrei para uma pós-graduação. Bebi bons vinhos. Fiz, desfiz e refiz amizades. Desiludiram-me. Surpreenderam-me. Senti saudades. Senti rejeição. Importei-me demasiado. Deixei de me importar (ou de o demonstrar). Apostei mais em mim. Deixei-me levar. Atirei-me de cabeça e rezei para que não doesse muito. O que quer que seja que resulte deste ano que passou, uma coisa é certa: nunca será arrependimento. Agora é torcer para que 2010 me traga um bocadinho mais de cor. E viagens, amor e, claro, muita saúdinha. Um bom ano para vocês.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Da inveja que não mata mas mói.

Tenho cá p'ra mim que as pessoas sentem uma enorme necessidade de falar mal daquilo que na verdade as ameaça. Irritam-se porque, ao contrário delas, não estamos falar mal de ninguém, não queremos acusar ninguém, nem achamos que isso nos sirva para alguma coisa. Sobretudo porque estamos seguros daquilo que construímos e sabemos o que somos (e seremos) capazes de fazer. Não precisamos ser os melhores aos olhos do mundo, basta-nos a consciência de que, a cada momento, damos o nosso melhor. A eles, os invejosos, a insegurança rói-lhes as entranhas e, por isso, aproveitam-se da nossa aparente passividade para tentarem passar por cima. É o vale tudo. Sou da opinião que competir faz parte da vida e é algo saudável. Sem competição não existiria qualquer dinâmica na vida das pessoas, precisamos dela para evoluir e progredir. Mas não aceito competição desleal, mesquinha e rasca. Aceito que se copiem/melhorem conceitos, mas não aceito que se roubem ideias por baixo da mesa para depois serem apregoadas como nossas e não dos outros. Aceito todas as críticas, mas não aceito que se espalhe veneno só porque sim. E muitas vezes apetece-nos pegar no telefone e gritar uns quantos palavrões nos ouvidos de quem os merece. Mas não vale a pena deixarmos que a inveja dos outros nos moa a nós também. Tudo de bom p'ra eles.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Segunda-feira mázinha.

Tanto trabalho para fazer e tão pouca vontade. É o que dá sair de quatro dias de bem bom e esperar por mais uns três (e meio) de fare niente. Se as segundas-feiras já custam, eu diria que esta é das piorzinhas. Sinto os últimos resquícios de alegria natalícia a saírem-me pelos poros. Resumindo: Estou de trombas.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Querido Holmes,


É bom que faças alguma coisa em relação aos docinhos de Natal que eu comi. E já a partir de amanhã.

Gracias, Pai Natal...


... pelos presentinhos deste ano. A começar pelo telemóvel novo (e giríssimo), passando por dois pares de sapatos Zilian, pelo pijama lindo e quentinho, pelo cd dos Seda (que já ouvi 50 vezes), chegando aos tais óculos de sol que eu queria mesmo (sabia que não me falhavas). Ainda graças a ti não me vai faltar roupa interior nos próximos tempos e vou ter livros para ler até 2011 (não me estou a queixar, agradeço imenso). Excepto talvez aquele da Margarida Rebelo Pinto que ainda não sei se vou mesmo ler ou usá-lo como base para o candeeiro da mesinha de cabeceira. Ah, e parece-me que vou mesmo aprender a cozinhar. Muffins, pelo menos. Gracias ainda pelo pack Vida É Bela, já andei a cuscuvilhar e acho que vou optar pelo Banho de Cleópatra, parece-me bem, diz que deixa a pele sedosa. Por falar nisso, os cremes da L'Occitane também vieram mesmo a calhar. E espero que aquele cd Best of Cuba seja um sinal de que em tempos próximos estarei a ouvir o Cha Cha Cha nas terras do Fidel. Não recebi muito dinheiro, mas não faz mal, depois compensas-me nos anos... Ou não és tu que tratas disso? Vá, um abracinho e até para o ano.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Olhem, um Bom Natalzinho p'ra vocês.


Beijinho meu.

O significado dos sonhos.

Esta noite, provavelmente embalada pelo estrondoso som da chuva e vento a baterem na janela do meu quarto, sonhei que a Manuela Ferreira Leite tinha morrido num acidente de carro por causa do mau tempo. O que significam estes sonhos? Seriously.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Waving goodbye to 2009!



A gerência sugere...



... o Manifesto, novo restaurante do chef Luís Baena. Fica em Santos, na rua do Teatro da Barraca, mesmo ao lado do Estado Líquido. É um restaurante com uma decoração muito pop, a lembrar os anos 70, num ambiente simpático e confortável. A comida então é deliciosa. Recomendo vivamente.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Eu também tenho uma opinião sobre o Ídolos.



Tenho lido muita coisa sobre este concurso, mas ainda não tinha uma opinião sólida sobre nenhum dos concorrentes. Devo dizer, antes de mais, que o programa me desilude um bocadinho em comparação com outros Ídolos por esse mundo fora. Há muita coisa que se nota que é encenada - a cena do beatboxer, por exemplo, é igual ao que aconteceu nos Ídolos australianos -, os concorrentes não são assim tão maravilhosos (para quem costumava ver os ingleses) e os apresentadores deixam muito a desejar (sobretudo a Cláudia Vieira). Mas ontem decidi que já tenho a minha concorrente preferida e é a Diana. Adoro a voz, o estilo, a paixão que transmite enquanto canta. Parece-me versátil, ao contrário da maior parte dos outros concorrentes. Sim, o Filipe canta bem, eu gosto do timbre dele, mas até agora ainda não provou que consegue ser igualmente maravilhoso noutro registo que não o grunge. O mesmo se aplica á Inês, que também canta sempre da mesma forma. E, ao contrário do que a maior parte das pessoas andam para aí a dizer, não gosto nada da maneira como ela se veste. Não é que se vista mal, mas acho que aquele estilo de roupa não a favorece em nada, porque a torna ainda mais baixinha e gordinha. Ontem gostei de ver a Catarina a cantar o Sweet Dreams da Beyoncé, mas acho que ainda não estou totalmente convencida. A Solange também tem uma boa voz e um visual muito melhor do que tinha no início do concurso. A Carolina e o Salvador, apesar de não terem uma grande voz, têm um estilo muito próprio e gosto deles. Quem eu detesto? O Carlos. Não sei explicar bem porquê, mas não vou com a cara dele (por muito bonitinha que seja), com a escolha musical e também não acho a voz nada de especial. Pronto, já disse.

Olha, querido Pai Natal...


... lá em casa decidimos que não podíamos esperar mais e já fomos comprar a máquina fotográfica. Vimo-la na Worten, achámos que era o modelo ideal e ainda trazia um cartão de memória de 8 gigas. Era uma oferta limitada, portanto não deu mesmo para esperar por ti. Por isso, podes riscar este item da minha lista, 'tá bem? Vá, até sexta-feira!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Banda Sonora de Domingo #14


Jeff Buckley - "Hallelujah"

Isto é música para me causar uma certa pele de galinha. Sempre.
Linda, linda, linda.

Bye, Britt.


Ainda há umas semanas atrás comentávamos como ela era gira e que tinha imenso estilo. Eu até gostava dos filmes dela e sempre achei que era daquelas actrizes com (bom) futuro. Infelizmente, não chegou a explorar todo o seu potencial. Ninguém deveria morrer aos 32 anos. (ver também: "Music and film stars who left us too soon")

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Empresas felizes no Natal.



Este vídeo não tem parado de passar aqui na empresa, porque eu fiz questão de o enviar para toda a gente (obrigado, N.). É impossível vê-lo sem ficar com um sorriso na cara e soltar umas gargalhadas. Está tão criativo e divertido que até dá vontade de trabalhar na Vueling: www.vuelingtogether.com.



E depois temos o vídeo de Natal da Rádio Comercial que, como seria de esperar, está um máximo. Não é por acaso que é a única rádio que eu consigo ouvir de manhã. E graças aos céus agora têm o Nuno Markl e a sua Caderneta de Cromos.

O maior cego é aquele que não quer ver.

Eu acho que o mundo está perdido quando vejo filhos maltratarem os pais e pais que fazem horrores aos próprios filhos, quando vejo pessoas que valorizam mais o dinheiro que a amizade, quando vejo abusadores de crianças, quando vejo pessoas horrivelmente invejosas, quando vejo total despreocupação com o ambiente, quando vejo mesquinhez, racismo, preconceito, traição, quando vejo mentiras encapuçadas de boas intenções, quando vejo exploração laboral e quando vejo matar em nome de uma fé que é nossa e não dos outros. Mas não vejo que o mundo esteja perdido quando duas pessoas do mesmo sexo gostam genuinamente uma da outra e querem casar, tal como qualquer outra pessoa desejaria. Juro que não vejo. Até posso não compreender como surge o amor entre dois homens e duas mulheres, mas estou certa de que esse não é o mal da nossa sociedade. Está muito longe disso.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E por falar em Jesus...



... serei eu a única pessoa que nunca viu um daqueles tão falados estandartes vermelhos com o menino Jesus no centro que os fiéis católicos andam a pendurar nas varandas? É que já ouvi falar disso, já li notícias e testemunhos disso, mas nunca vi nada nas janelas. Ou o fenómeno não é assim tão grande como dizem ou eu ando muito distraída. E este menino Jesus é ligeiramente arrepiante.

Adoro estes cabeçalhos.


Com o que se vê por aí, até Ele teria um fanico.

E o post nº 100 vai ser sobre o sismo...

... que eu não senti. Já estava a dormir desde as 23h30, profundamente, tal era o cansaço do dia. No entanto, a minha avó fez o favor de telefonar lá para casa naquela altura, já em pânico porque os candeeiros estavam a tremer. Acordei com o barulho do telefone e a pensar que já eram 8h da manhã e eu estava atrasada para o trabalho. Ainda sem perceber o que é que a minha avó estava a dizer ao meu pai pelo telefone, olhei para o meu telemóvel e tinha uma mensagem (sem censura): "foda-se, o apartamento balançou todo agora". Claro que isso foi o suficiente para me deixar nervosa e a querer saber mais. Com demasiado frio para ir ligar o computador e obter informação através das eficientes redes sociais, liguei a televisão na Sic Notícias (aplauso pela eficiência, pois aquela hora era a única que já tinha uma nota de rodapé com a notícia de última hora), mas desisti passado 45 minutos pois o cansaço era mesmo demasiado e os nervos já começavam a acalmar. Desliguei a televisão e enquanto esperava adormecer só pensava que também queria ter sentido a merda do sismo. Só por um bocadinho... Pela experiência, vá.
Quem é que morreu de medo?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009