sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Too much information! #2



O seleccionador nacional, Carlos Queiroz, revelou que o hino de guerra da equipa é o hit dos Black Eyed Peas «I Got a Feeling». Como diria o Manuel Santos dos Ídolos, «isso é muito azeitolas».

Aposto que a ideia foi do CR, que o rapaz agora também 'tá no mundo da música!

Sugestão para o(s) vosso(s) weekend(s).



De 12 a 29 de Novembro decorre no Museu do Oriente a 6ªedição do ANTECIPARTE, um dos mais importantes eventos das artes plásticas nacionais.  A exposição é o resultado de uma selecção dos finalistas dos vários cursos de arte em Portugal que enviaram os seus portefólios a concurso.  São projectos jovens, inovadores e ainda fora dos circuitos comerciais. No fundo, aqui poderão ver aquilo que de melhor se faz em Portugal em termos de desenho, pintura, escultura, instalação, fotografia e vídeo. Porque não dar uma espreitadela, ahn? Diariamente (excepto terça-feira), na Galeria Sul do Museu, das 10h às 18h.

America's Next Top Model


Estou viciada neste programa. Vejo religiosamente todas as noites antes de dormir. Deito-me quando começa, fecho as luzes quando acaba. E gosto sobretudo porque adoro ver a produção e o resultado das fotos que as concorrentes tiram, gosto de perceber o que é que fica mal ou fica bem numa fotografia, as poses subordinadas aos temas, etc. E há fotografias espectaculares! Ontem acabou a Season 5 (na Sic Mulher) e obviamente que ganhou a minha preferida (go Saleisha!). Agora estou à espera que haja uma Season 6, uma 7, uma 8... Alguém sabe quantas são?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Projecto Seda


Primeiro comecei a ouvi-los - e a adorá-los - na Rádio Comercial, sobretudo a versão reeditada do tema «Sete Mares» dos Sétima Legião. Isto porque o Projecto Seda elegeu os anos 80 como o seu tema inspirador. Este é um projecto de Miguel Ângelo Majer e Ricardo Santos, produtores e criadores dos Donna Maria que agora propõem uma nova viagem à música portuguesa. A eles junta-se Gabriela Barros (para minha surpresa, porque só o descobri hoje!), uma amiga minha cuja voz doce nem reconheci na rádio. No álbum de estreia, lançado esta semana, este trio reedita e interpreta conhecidos temas não só dos Sétima Legião como também dos Rádio Macau, Táxi, Rui Veloso, Radar Kadafi, Xutos e Pontapés, Jorge Palma e Salada de Frutas. Do que já ouvi, adorei. E vou comprar o álbum, sem dúvida alguma.

No site da Rádio Comercial, podem votar no tema que querem que seja o primeiro single e videoclip da banda. E se querem conhecer os temas, visitem a página do MySpace do Projecto Seda.

Ah! Fiz uma pequenina entrevista à Gabriela para o blog dos meus queridos We Are Pajamas (WAP), um outro (e diferente) projecto musical que vale a pena conhecer.

Estou a adorar...


... o logotipo que o Google criou para hoje!

Em homenagem aos 20 anos da Rua Sésamo em Portugal (nos EUA já fez 40), uma das coisas que me faz realmente sentir saudades da minha infância.

Mini-saia.

Afinal não é só em Portugal que as pessoas se rendem aos exageros e às falsas moralidades. Não sei se é da crise, se são as mudanças climáticas ou a Gripe A, mas agora até no Brasil as pessoas se passam com ninharias. No passado dia 22 de Outubro, em São Paulo, uma estudante de 20 anos teve que sair da universidade escoltada por polícias após ter sido humilhada por colegas porque usava um vestido curto, um episódio que ganhou notoriedade nacional. Para piorar a situação, a Universidade Bandeirante (Uniban) informou que, após realizar uma investigação interna, concluiu que a estudante, que frequentava o curso de Turismo, usava «trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade». Diante dos factos apurados, a universidade decidiu expulsar a estudante devido ao «flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade académica e à moralidade», salientou em comunicado. Decidiu igualmente suspender «temporariamente» os alunos envolvidos e identificados no tumulto.
Ok, o vestido até é (muito) curto, mas... Humilhação? Expulsão? Só faltava o apedrejamento e voltávamos à Idade Média.


O exagero provocado por uma mini-saia.

É tão agradável...


... o som dos berbequins e martelos logo pela manhã.
(as infiltrações de água provocam dores de cabeça.)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A televisão polui-nos a mente e depois dá nisto.



Estava eu muito bem a trabalhar quando entram seis bombeiros pelo escritório dentro. Imediatamente pensei que um deles poderia trazer um rádio ao ombro - PUNTS PUNTS PUNTS - e diria: «Soubémos que há aqui um fogo para apagar!» - PUNTS PUNTS PUNTS - E começava o strip.
Mas não. Era só uma infiltração de água e os senhores vinham fechar a água do prédio (seis bombeiros para fechar a água de um prédio, portanto...).

Este Inverno...


... estou a achar muita piada às saias!
Já comprei uma na H&M e agora quero mais. Eu que odiava saias.

Fraldas e casórios


Fazendo bem as contas, duas amigas minhas já tiveram um filho, um antigo amigo meu está para ser pai e uma outra amiga minha está para ser mãe. Mais ainda: duas amigas minhas casaram-se recentemente e outra já tem casório marcado para o ano que vem. Fora as histórias sobre amigos de amigos que vou ouvindo e que também contemplam bebés e casamentos. Para mim tudo seria normal se não estivessem todos ainda numa faixa etária entre os 21 e os 23 anos. É que eu sempre pensei que só iria começar a ver amigos e amigas com filhos ou de aliança no dedo lá para os 25 anos e mesmo assim era cedo. Eu própria até não me importava de ser mãe com 25 anos, mas nunca com menos disso. É que ainda há tanto para viver, pelo menos para mim... Claro que não estou a condenar ninguém, muito pelo contrário, fico bastante feliz, apesar de achar que - para algumas dessas pessoas - são passos demasiado largos. É certo que no tempo dos meus pais era (mais) normal o pessoal casar-se e ter filhos aos 20 anos, às vezes antes até. No entanto, com a mudança das mentalidades, com a força que as mulheres foram ganhando no mundo do trabalho, entre outros factores, o casamento e os filhos foram prioridades que se tornaram secundárias na vida das pessoas. Mas agora quase acredito que isto começa a mudar. É que ao ritmo que isto anda, até parece que a gravidez se pega e que o casamento de repente voltou a ficar na moda. Ou então sou eu que estou a ficar velha e ainda não percebi.

domingo, 8 de novembro de 2009

Need to sleep



Eu bem tento mentalizar-me, obrigar-me a largar o computador, a tv ou os livros, mas não consigo. Há sempre qualquer coisa para ler, para ver, para anotar, para escrever, para procurar. Resultado: deito-me sempre (mas sempre!) tarde e as minhas olheiras vão aumentando de dia para dia a uma velocidade assustadora.  Este fim de semana teve muito pouco tempo para descanso, apesar de ter valido a pena a agitação. Mas, mais uma vez, amanhã vai ser difícil acordar e manter os olhos abertos durante boa parte da manhã. É certo que depois de tomar o segundo o terceiro café, acaba por melhorar, mas pronto, se calhar devia cuidar-me melhor neste aspecto...

Banda sonora de Domingo #9


Jill Scott feat. Mos Def - Love Rain

Porque as manhãs de Domingo podem ser dos melhores momentos da semana.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Preciso (*) de roupa de Inverno...




... Mas, duas horas depois de percorrer o Dolce Vita de cima a baixo, não gostei de nada. Nem um casaquinho, nem um sapatinho, nem uma camisola, nem uma saia... Nada de nada! Será possível?! Estou a perder qualidades, preciso urgentemente de uma fashion-advisor!

(*) e desta vez preciso mesmo, juro.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Moleza.




Eram 7h e já estava naquele estado de semi-consciência desde as 6h, por isso decidi não ser preguiçosa e levantar-me. Sem coragem para ir a uma aula ouvir música alta e pessoas aos berros (porque não estava assim tão desperta), peguei no mp3 e fui para o ginásio correr uns 40 minutos . Às 9h40 já estava a trabalhar e assim será até às 17h e qualquer coisa. Depois vou para as aulas da pós-graduação até às 20h. No entanto, apesar da corridinha até me ter sabiado bem, a moleza pós-exercício começa a abater-se pesadamente sobre o meu corpo. Não sei se é o exercício ou se é a rotina que me mói, mas algo me diz que este dia vai custar bastante a passar.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Banda sonora de Domingo #8 (à Segunda-feira)


Marcelo D2 - Ela Disse

Com um dia de atraso, mas não podia deixar passar.
Esta música é a minha mais recente paixão.

Too much information! #1


Este senhor é protagonista de um novo spot publicitário na rádio que reza mais ou menos assim: "No cinema fui o amante da Amália, no Brasil sou o galã de novelas, na vida real sou o Ricardo Pereira, mas para a minha mãe sempre fui o Chichas".

Puff! Quebrou-se o encanto.

domingo, 1 de novembro de 2009

Eu disse que conseguia, não disse?



Conferência e sessão de autógrafos,
no Festival Internacional de BD.
E ainda tirei uma foto com ele. Senhor simpático, o Maurício.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Muito provavelmente na sequência do post anterior...

Talvez porque nunca enfrentei grandes contrariedades na vida - filha única, papás queridos que sempre me ajudaram, etc e tal - acho que não estou preparada - ou melhor, habituada - para não me revoltar com a má vontade de muitas pessoas que por aí circulam. E a hipocrisia, sobretudo, dá-me nojo.
Ao fim de um ano, já percebi que o mundo do trabalho é uma selva. Felizmente, tenho a sorte de estar a trabalhar num sítio onde sinto que o meu trabalho e o meu tempo são, desde o ínício, respeitados e onde sei com o que posso contar. Mas, como eu disse, tive sorte. Cada vez me deparo com situações de empresas que não têm qualquer respeito por leis de código de trabalho e sem um pingo de sentido de responsabilidade social - apesar de fingirem que sim! - dá-me vontade de lá entrar e mandar dois berros na cara dos responsáveis (só dois, porque depois também fico rouca).
Mas se existe alguma forma de justiça divina, eu quero acreditar que todas essas pessoas que usam e abusam do esforço de outras, que enganam, enrolam, inventam histórias e desculpas para não facilitarem a vida de ninguém (só porque lhes convém) ainda vão ter aquilo que merecem! E eu estou a torcer por isso.

Isto também se aplica aos imprestáveis da função pública (só aos imprestáveis), que fazem tudo menos ajudar.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Atitude!

Finalmente alguém toma uma posição em relação à exploração dos recém licenciados e jovens trabalhadores!

«Ainda que acreditemos na liberdade e responsabilidade individual dos cidadãos e na boa conduta e responsabilidade social das empresas e empresários portugueses, ao longo dos últimos tempos temos detectado um número crescente de ofertas que indiciam algum desconhecimento do direito do trabalho ou das normas do Instituto de Emprego e Formação Profissional e que têm valido ao Carga de Trabalhos várias reclamações e até alguma desconfiança, que coloca em causa o nosso trabalho em prol dos profissionais da área da comunicação.
Assim, lembramos que à luz do Código do Trabalho e de acordo com a opinião de vários especialistas na matéria, entre os quais o Dr. Garcia Pereira, os chamados estágios não-remunerados ou estágios com "ajudas de custo" são claramente ilegais, por constituírem, segundo a legislação, um verdadeiro e próprio Contrato de Trabalho (...)»

Uma salva de palmas para o Carga de Trabalhos!

Mais um blog para a lista.

Hoje descobri este blog porque foi publicitado pela autora de outro delicioso blog. Basicamente, o rapaz envia e-mails para serviços de atendimento de lojas e empresas com as perguntas e comentários mais estúpidos... E depois publica as - inesperadas - respostas que lhe enviaram. Já me ri com alguns dos posts.

Depois da almoçarada de hoje...

... o meu xixi cheira a champanhe.
Achei que devia partilhar isto.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Querido Holmes, (*)




Obrigadinha pelo fim-de-semana num Vila Galé à escolha!
Eu sabia que estes dois anos de árdua dedicação iriam certamente resultar em algo bom. E voilá! Primeiro, menos sete quilos. E agora, dois dias de descanso.

(*) sim, N., eu às vezes também tenho uma palavrinha a dizer ao Holmes.
O escritor Richard Zimler comenta - e muito bem - a recente polémica de Saramago, no Público.

domingo, 25 de outubro de 2009

Banda sonora de Domingo #7


"Samba da Benção" - Vinicius de Moraes

(...) A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão (...)

 


"Samba da Benção" - Bebel Gilberto

(...) Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração (...)


Não consegui escolher uma.

sábado, 24 de outubro de 2009

Vinicius


(...) E por fim, quando quando o tempo fugir,
E a saudade nos der de nós dois,
E a vontade vier de dormir,
Sem ter mais depois.
Dormiremos sem medo nenhum,
Pois aonde puder dormir um,
Podem dormir dois.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Presentinhos.



Se me oferecerem algum destes dois livrinhos (ou os dois ao mesmo tempo), vão deixar-me muito feliz.
 E quando eu estou feliz, todos estão felizes. Vá, pensem nisso com carinho, sim?

20º Festival Internacional de BD da Amadora


No outro dia estava a pensar com os meus botões, ou melhor, estava a fazer uma espécie de lista mental sobre as pessoas que eu gostava de um dia poder conhecer, apertar a mão, dar duas palavrinhas, etc, e uma das primeiras em que pensei foi no Maurício de Sousa, o criador dos quadradinhos marcaram toda a minha infância e adolescência: a Turma da Mónica. Ainda hoje gosto de ler e reler algumas historinhas. Ok, eu assumo: adoro a Turma da Mónica! O Maurício já cá tinha estado numa edição do Festival Internacional de BD da Amadora, mas infelizmente não tive oportunidade de ir, logo o "sonho" de lhe apertar a mão ficou por aí.
E não é que hoje, poucos dias depois de pensar neste assunto, me deparo com a notícia de que o Maurício vem mesmo a Portugal? Primeiro que tudo: Obrigado, Deus, por leres os meus pensamentos, foi mesmo simpático da tua parte, bem sei que me tenho portado bem ultimamente. Portanto, este ano vou ao festival e espero poder apertar a mão ao senhor Maurício de Sousa - ou talvez só dizer "olá", porque a Gripe A anda aí. Depois disso, vou poder assinalar o nome dele com um check na minha To Do List.
O destaque da 20ª edição do Festival de BD são precisamente os 50 anos de carreira do Maurício, bem como os 50 anos da famosa BD do Astérix e Obélix. Por isso, se gostam de BD, não percam este evento, de 23 de Outubro e 1 de Novembro. Na Amadora, claro.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

No nosso pequeno Portugal...

... tudo está a tomar proporções exageradas.

Primeiro foi a publicidade do Pingo Doce. Sim, é ridícula e poucas são as pessoas que gostam de ouvir aquilo continuamente a passar na rádio ou na televisão. Sim, alguém fundou um grupo no Facebook, mas foi claramente uma brincadeira entre as muitas que se passam nesta rede social. Do nada, o tema é notícia nos telejornais, já se fala em boicote à marca, etc e tal. Primeiro exagero.

Segundo exagero. A Maitê Proença faz comentários (muito pouco) humorísticos sobre Portugal e a sua cultura. De repente, desata tudo a chamar nomes à mulher, a falar em violência contra ela, a falar mal dos brasileiros que, como todos os povos têm defeitos (e nós temos mais é que admitir os nossos), mas que não têm culpa pelo que diz a Maitê Proença. Senhores, para quê dar tanta importância a uma actrizeca vinda do nada que diz umas quantas baboseiras para um programa que nem deve ter assim tanta audiência ou boa reputação? Juro que ficava muito mais chateada se um brasileiro (ou chinês, ou italiano, ou grego) realmente inteligente e prestigiado viesse dizer baboseiras sobre o meu país. Agora... a Maitê Proença? É simplesmente uma senhora que achou que um vídeo caseiro era uma coisa gira para se passar num programa de televisão. Não teve dois dedos de testa para perceber que cuspir numa fonte do Mosteiro dos Jerónimos e passá-la na televisão poderia não ter assim tanta graça. Só isso. E podemos não gostar e sentirmo-nos meio injustiçados.. Mas falar em apedrejamentos? A meu ver temos mais é que nos rir perante tamanha ignorância e fraco jeito para o humor. E não comprar os livros dela em que fala da vida miserável que teve (e, a meu ver, só compra quem não tem amor ao dinheiro). Ponto final.

Terceiro exagero. O Saramago publica um livro chamado Caim em que conta a sua própria versão da história bíblica. Na altura do lançamento do livro, faz umas declarações completamente anti-religião e assume-se como ateu. Tudo cai em cima dele. Então mas o homem não tem direito à liberdade de expressão? É a opinião dele, ninguém é obrigado a pensar da mesma forma, todos temos massa cerebral (ou pelo menos gosto de pensar que sim). E até pode ser um golpe de publicidade, mas isso é lá com ele. Quem quer comprar  livro, compra... Quem não quer, não compra! Claro que a Igreja veio novamente à televisão fazer o desnecessário papel da vítima. A eles digo-lhes que fico muito mais ofendida quando vejo o Papa em África, um dos países com as maiores taxas de infecção de HIV (uma doença assim a dar para o terrível porque é... como hei de dizer... mortal) a dizer às crianças para que não usem preservativos. Como se costuma dizer, cada um sabe de si e Deus sabe de todos. Entretanto, em jeito de cereja no topo do bolo, o I lança um inquérito: "Deverá Saramago renunciar à nacionalidade portuguesa?" E eu pergunto-me se estará tudo louco. O conservadorismo hipócrita está novamente a ganhar força? Espero bem que não, senão dou o braço ao Saramago e vou com ele também para terras de nuestros hermanos.

Isto para não falar da postura - também ela exagerada - do Presidente da República, por quem hoje em dia começo a sentir uma enorme antipatia. Haja bom senso, Portugal.

Sentimental, again.

E para dar mais um toque no meu actual estado de (estúpida) sensibilidade, acabo de ler um post feito por uma amiga de anos a dizer que me admira e que em certos aspectos gostava de ser como eu.
E eu lembro-me de como desde pequenina sempre a olhei como a perfeita role model. Agora estamos quites, tu motivaste-me e agora motivo-te eu a ti. E já sabes que estarei aqui sempre para te dar a maior força. Mas o primeiro passo é teu.

Agora, se não se importam, vou ali chorar um bocadinho debaixo da secretária... Eu juro que isto não é TPM, é só a chegada do Inverno.

Ando sentimental ao ponto de ler a "O: The Oprah Magazine"...

... mas esta é uma história mesmo mesmo perturbadora e triste.

Susan Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos jovens responsáveis pelo massacre de Columbine, fala pela primeira vez do que aconteceu na revista "O":
http://www.oprah.com/article/omagazine/200911-omag-susan-klebold-columbine

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

Rouca.


Porque mesmo estando doente fui a um jantar de aniversário e quis falar e rir até que a voz me doesse, descobri que a Mebocaína pode mesmo ser a nossa melhor amiga.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Planos de finde


Já está marcado! Fim-de-semana em Aveiro, em Novembro, no Aveiro Rossio Hostel. É tão giro!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

No próximo finde...


... estou numa de ir aqui!

Casa das Histórias, da Paula Rego, em Cascais.
Entrada gratuita, todos os dias, das 10h às 22h.

domingo, 11 de outubro de 2009

Banda sonora de Domingo #5



Seu Jorge - Mina do Condomínio

Porque gostava de ter ouvido o Seu Jorge a cantar para mim na sexta-feira. Mas não ouvi, porque o meu pai fazia anos. E uma pessoa tem que saber estabelecer prioridades. Mas volte depressinha, viu Seu Jorge?

Krump it.


Não sou nenhum talento, mas adoro dança. Sobretudo tudo o que esteja intimamente relacionado com hiphop. Por isso, quando me perguntaram se queria ir fazer um workshop de Krump por apenas 5 euros não hesitei em dizer que sim, apesar de não conhecer bem em que consistia este estilo de dança urbana. Já tinha visto uns vídeos e lido alguns artigos, mas confesso que o krumping ainda não me tinha seduzido à primeira vista.
É claro que o que aprendi numa hora e meia de workshop foram apenas os passos mais básicos, mas o suficiente para já me sentir mais conquistada pela intensidade de movimentos do krump. Adorei e confesso que gostava de aprender mais.

De acordo com a Wikipédia, a palavra Krump é um acrónimo para Kingdom Radically Uplifted Mighty Praise. Esta dança urbana apareceu por volta de 1990 em Los Angeles, na Califórnia. Apesar das grandes semelhanças, o que diferencia o krump do hiphop é o facto de ser maioritariamente dançado em freestyle e raramente coreografado. Geralmente é apresentado em competições ou battles.
O clowning é o seu precedente e a sua vertente menos violenta criada por um ex-traficante de droga Thomas Johson, mais conhecido por Tommy The Clown. Tommy e os seus dançarinos (os HipHop Clowns) costumavam pintar as caras e dançavam em festas de crianças e outros eventos como forma de entretenimento. O krumping consiste em movimentos extremamente energéticos, intensos, rápidos, mas precisos. No entanto, apesar de incluir contacto físico entre os dançarinos e movimentos agressivos que lembram lutas reais, a sua filosofia é a de não incitar à violência propriamente dita.  E todos são aceites no krumping, independentemente do sexo, cor ou constituição física. Os jovens que começaram a aderir a esta dança viam nela uma forma de fugirem aos problemas dos bairros norte-americanos como as pressões dos gangues, drogas e outras influências negativas. Muitos comparam a intensidade do krumping com aquilo que os fãs de rock sentem num mosh pit.
O estilo tornou-se muito mais conhecido com o lançamento do documentário «Rize», de autoria de David LaChapelle, em 2005, no Sundance Film Festival. La Chapelle teve o primeiro contacto com o krumping quando dirigiu a produção do videoclip «Dirrty» da Christina Aguilera. «What Nirvana was to rock-and-roll in early '90s is what these kids are to hip-hop. It's the alternative to the bling-bling, tie-in-with-a-designer corporate hip-hop thing», disse o fotógrafo.
O krumping já apareceu em vários videoclips, tais como o «Hung Up» da Madonna, o «I'm Really Hot» da Missy Elliott, o «Hey Mama» dos Black Eyed Peas e o «Galvanize» dos Chemical brothers. É ainda a estrela do filme «Bring It On: All or Nothing».
«If movement were words, krumping would be a poetry slam.» (Taisha Paggett, Dance Magazine, 2004)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Parabéns.




Só para dizer que gosto muito do meu pai.

(E parabéns ao meu cão que também faz anos hoje)